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14/04/2011 17h24

Atirador de Realengo agiu 'sempre sozinho', diz delegado do caso
Redação SRZD

O atirador do ataque à Escola Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, agiu "sempre sozinho". A afirmação foi dada nesta quinta-feira pelo delegado da Divisão de Homicídios, Felipe Ettore, informando que já ouviu vizinhos de Wellington Menezes de Oliveira em Sepetiba e em Realengo, além de alunos que estudaram com ele.

Após uma análise de peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), que conseguiu levantar a númeração da arma, que estava raspada, a polícia chegou a Manoel de Freitas Louvise, suspeito de ter vendido o revólver calibre 38, de numeração raspada, para o atirador Wellington, que matou 12 e deixou outras 12 feridas na escola.

O segurança Manoel de Freitas Louvise, de 57 anos, suspeito de vender o revólver calibre 38 usado no massacre de Realengo, disse que vendeu o armamento pois pensou ser para segurança pessoal. "Se eu soubesse que ele iria fazer isso, eu mesmo tinha entregado ele à polícia", disse o suspeito.

Armamento vendido em setembro do ano passado

O atirador Wellington Menezes de Oliveira pagou R$ 1.200 pela arma, cerca de 60 munições e mais os carregadores.

O segurança foi preso nesta quinta-feira por agentes da Divisão de Homicídios, em casa, no bairro Jardim Ulisses, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Manoel de Freitas Louvise foi denunciado por porte ilegal de armas e acessório.

O suspeito, que trabalhava na mesma empresa de Wellington, disse que o atirador começou a aliciar o segurança para vender a arma. Segundo a polícia, a arma, a munição e os carregadores foram vendidos em setembro do ano passado.

A polícia chegou até o segurança graças a um exame de metalografia, para analisar a numeração raspada do armamento, feita pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli. A arma estava registrada em nome dele, mas não tinha porte.


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Comentários
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    15/04/2011 16:05:30Homenagem a Ricardo GamaAnônimo

    Caracas , já esta encerrado as investigações , principalmente sobre quem havia vendido as armas ao irracional delinquente .==== MUITO , MAS MUITO ESTRANHO E SINISTRO MESMO . Como é que apareceu rapido os vendedores das armas para o esquizofrenico ??????? PÃ? , ou eu sou um burro ou o governo estadual é esperto demais !!!!!! Prender um indivíduo que vendeu uma arma , com a numeração raspada , a um esquizofrenico que não tinha vínculo com ninguem , isso é impossivel . De outra forma os vendedores entraram para a igreja de crente e estão arrependidos. Conta outra Sr. INCOMPETENTE governante do estado e Sr. secretario de "puliça" digo de INsegurança !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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