SRZD


13/07/2011 11h50

Leia a sinopse do enredo da Cubango para o Carnaval 2012
Redação SRZD

Foto: DivulgaçãoConfira a sinopse do enredo da Acadêmicos do Cubango, que vai levar para a avenida o enredo: "Barão de Mauá - Sonho de um Brasil moderno".

- Cubango lança enredo oficialmente em feijoada neste domingo

Apresentação do Enredo

Novos tempos parecem descortinar para o Brasil nessa segunda década do século XXI. O país começa a reformular políticas que, finalmente, parecem caminhar para uma sociedade mais equilibrada, com menos miséria e mais trabalho e desenvolvimento. O caminho é longo e o que pode parecer muito aos olhos de alguns, na realidade é ainda um pequeno passo nessa direção, mas enfim, parece que esse gigante com seu povo pode começar a sonhar em melhores dias, mesmo ainda, convivendo com desmandos e os equívocos da política nacional.

Nesta ocasião, onde tudo indica, que o país caminha na retomada do desenvolvimento e do equilíbrio social, é um momento dos mais propícios para a reflexão. Revirando a nossa história, descobrimos que tudo poderia ser muito diferente e que hoje, poderíamos estar já na categoria de uma Nação do primeiro mundo e não na condição de país em desenvolvimento, onde parte de nossa população ainda sofre com a miséria e a fome.

No século XIX, o Brasil Imperial do Segundo Reinado tinha sua base econômica apoiado na escravidão e na agricultura. Entretanto, um homem sonhou com a modernidade, a valorização do trabalho livre e a industrialização como sendo a única solução de desenvolvimento real do país, e assim, se livrar da submissão e das interferências de potências estrangeiras: Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá.

Se o Segundo Reinado tem um rosto, ele é uma combinação dos traços de D. Pedro II e de Mauá. É possível até que prevaleçam os de Mauá, um cidadão do mundo. Sua vida e sua época confundem-se. O apogeu do Segundo Reinado, na década de 60, foi o apogeu de Mauá. A agonia da monarquia, a partir da segunda metade dos anos 70, foi sua agonia. A morte de Mauá, um mês antes que se proclamasse a República não poderia ser mais simbólica como o final de uma era.

O Carnaval do Rio de Janeiro é o modelo de festa e organização admirado pelo mundo, e nada melhor que utilizá-lo para esse resgate da memória nacional. Momento propício para redescobrir esse homem que ousou sonhar, e por esta ousadia pagou um altíssimo preço. Sua vida é marcada por grandes vitórias e grandes derrotas, aplausos e impropérios que se misturavam como jamais se vira antes no Brasil.

Um Brasil moderno foi o sonho deste notável brasileiro e que também é o nosso, aqui representado pela Escola de Samba Acadêmicos de Cubango, que, no carnaval de 2012, sonha com modernidade, justiça, reconhecimento e valorização de todo aquele que contribuir para um Brasil melhor!

"As dificuldades fizeram-se para serem vencidas."
Barão de Mauá

Jaime Cezário
Carnavalesco


Sinopse

No Brasil do início do século XIX, nasceu Irineu Evangelista de Souza. Gaúcho, perdeu ainda menino seu pai, e isto, o fez vir morar com apenas nove anos no Rio de Janeiro para trabalhar no comércio como caixero, uma espécie de office-boy. Ainda muito jovem se viu obrigado a deixar de ser criança e assumir as responsabilidades de adulto.

O Rio de Janeiro desta época era uma cidade que havia se modernizado, tinha se tornado a capital do Império Português e os modismos europeus começavam a se instalar na cidade.

O Brasil era um país agrário, com extensas culturas de cana de açúcar e café movido pela força do trabalho escravo e a elite econômica pregava a vocação agrícola de nosso país, alegando que por estas paragens não havia lugar para industrialização, pois tudo o de que necessitávamos poderia ser fornecido pelos ingleses, que há muito tempo se encontravam em plena fase da revolução industrial.
Neste cenário o pequeno Irineu irá dar seu primeiro grande salto de sua vida, surgindo o homem de comércio.

O jovem caixeiro rapidamente conquistou a simpatia do inglês dono da loja em que trabalhava, e que, além de acreditar em sua capacidade, quando o julgou estar maduro, o introduziu na maçonaria. Na maçonaria, Irineu encontrará seus futuros amigos, discutirá os problemas da nação, saberá dos segredos da política nacional e conhecerá seus futuros sócios. Ao seu patrão inglês, depois compadre, Irineu deve o pedaço mais vistoso de sua formação - a de comerciante. Aprendeu a enxergar na escravidão um obstáculo poderoso ao desenvolvimento do capitalismo no Brasil. Mais que tudo, viu no caminho seguido pela Inglaterra, onde fábricas povoadas de máquinas substituíam acanhadas oficinas, a chave para o progresso nacional.

Quando, aos 27 anos, já dono de uma grande fortuna, cruzou o Atlântico para conhecer a Inglaterra, percebeu o quanto o Império Brasileiro estava atrasado. Era imperioso transpor o abismo entre o passado obscuro e um futuro revolucionário e de luz.

Ao retomar ao Brasil, era outro. Encerrou as atividades comerciais e, com a riqueza que acumulara, lançou-se à segunda etapa de sua vida - a de industrial.
Assim, seu primeiro empreendimento foi o estaleiro e fundição chamado Ponta da Areia, instalado em Niterói, onde se produziam tubos de ferro para canalização de rios, engenhos completos movido a vapor, canhões de bronze para navios de guerra, lampiões e pontes de aço. A lista de produtos incluía, também, navios a vapor, que posteriormente integrariam a frota de guerra da marinha do Brasil. Anos mais tarde, com a queda das tarifas alfandegárias aos produtos importados, provocará o fechamento do empreendimento, era o fim do Ponta da Areia.

O espírito empreendedor de Irineu não ficou apenas ai, se lançou em muitos outros negócios, onde ninguém enxergava nada ele via tudo. Em 1849, recebeu do imperador D. Pedro II, o Hábito da Ordem de Cristo, a mais alta condecoração que um plebeu poderia almejar. A pedido do governo brasileiro financiou o governo uruguaio para combater as pretensões argentinas de ocupação.

Atendendo outro pedido do governo, organizou em tempo recorde a empresa de Navegação do Amazonas para impedir as pretensões expansionistas do governo norte-americano nas riquezas do território amazônico. Com a companhia de navegação, o governo brasileiro ocupa de vez a região e acaba com as pretensões norte-americanas de ocupação.

Com 38 anos de idade em 1852, Irineu Evangelista tornou-se o homem de negócios do momento e então, não faltaram sócios dispostos a apostar dinheiro nos negócios que ele indicava. Com o final do tráfico de escravos para o Brasil, Irineu resolveu abrir seu primeiro banco, que anos mais tarde será estatizado se tornando o atual Banco do Brasil. A função deste banco seria de aproveitar o crédito disponível no mercado que não mais seria empregado no tráfico de escravos e que precisaria de bons investimentos. Com o capital do seu banco pretendia fazer uma revolução, desde o financiamento da pro dução agrícola à construção de estradas de ferro. Com dinheiro em caixa se lança no projeto de construção da primeira estrada de ferro do Brasil, fundando a Imperial Companhia de Navegação a Vapor e Estrada de Ferro de Petrópolis. No dia da inauguração, em reconhecimento por seu extraordinário empreendimento, recebe o título de Barão de Mauá.

Seus sonhos não paravam, e simultaneamente a estrada de ferro, aceitou o desafio de iluminar as ruas do centro do Rio de Janeiro. A idéia de iluminar as ruas da cidade com gás era antiga - mas, como no caso da ferrovia, todos os que haviam tentado a empreitada naufragaram em dificuldades. Por falta de terrenos disponíveis, resolveu instalar a usina de gás no mangue que há séculos marcava o limite do centro da cidade. As obras do aterro mal começaram e logo os operários começaram a morrer devido a febre amarela. Apesar dos graves problemas, Irineu iniciou a construção do Canal do Mangue, que foi a maior obra de saneamento do Rio de Janeiro. Mauá queria usar o momento para ser o revolucionário da economia, mas s aiu dele como Barão do Império.

Mauá andava depressa demais na visão de muitos políticos brasileiros, seus discursos sobre a valorização do trabalho soavam ofensivos numa sociedade com base na agricultura e escravidão. Para frear os ventos progressistas criados pelo primeiro banco de Mauá, o império brasileiro resolveu intervir no mercado e criar um banco oficial para administrar o capital. A saída encontrada foi da estatização do banco do Barão, o transformando então, no Banco do Brasil. Um duro golpe nos sonhos do Barão de Mauá! Mas sua inteligência extraordinária não demorou muito para encontrar uma saída desse momento, imaginou criar uma nova instituição financeira, bem diferente da primeira que criara: um banco internacional.

Toda sua obra, em seu devido tempo e lugar, se revestiu de grande importância, mas uma delas haveria de mudar o destino de nosso país: A ferrovia SPR - The São Paulo Railway Company, unindo o porto de Santos à cidade de Jundiaí. Em toda sua existência, a ferrovia mudou, até os dias de hoje, o eixo econômico brasileiro para as terras paulistas. Por seus trilhos desceu nossa riqueza maior - o café, e subiram os imigrantes, que deram novo impulso ao desenvolvimento do país.
Desse modo, Mauá controlou oito das dez maiores empresas do país, se tornando o homem mais rico do Império do Brasil.

Mauá, ainda ficou encarregado de cuidar de algo de grande interesse para nação: a instalação de um cabo submarino entre Brasil e a Europa, capaz de trazer instantaneamente notícias, que demoravam um mês para chegar nos navios. Executou esta tarefa sem ônus para o Império e como reconhecimento deste grande serviço prestado recebeu o título de Visconde de Mauá.

Em 1875, diante de enormes problemas enfrentados e do boicote sofrido, o visconde teve que pedir moratória para seu banco. Mauá desfez-se de tudo para pagar as suas dívidas. Despojamento total para atingir um único objetivo, pagar a todos que devia e recuperar o que para ele valia mais que os bens de fortuna: seu nome honrado.
Exemplos como o de Visconde de Mauá devem ser cultuados sempre pela memória nacional, seu sonho de um Brasil moderno consegue ainda ser atual e seu legado maior foi, sem sombra de dúvidas, além de sua grande visão de futuro, uma profunda lição que se faz tão necessária aos dias de hoje: a de um homem íntegro, justo, honesto, leal, sincero, corajoso, capaz, e, sobretudo, de profunda honra pessoal. Fica-nos a lição de que se o empreendedorismo industrial conduz o país a um promissor futuro econômico, a solidez moral constrói uma grande nação, deixando aos filhos o caminho aberto para a construção de um mundo melhor, com uma sociedade mais justa e equilibrada.

Jaime Cezário
Carnavalesco

Sinopse Poética

Vem do Sul
A minha inspiração.
De lá nasceu um menino,
Que parece ter sido
Acalentado pelo dom da criação.
Irineu Evangelista de Souza.
A perda do pai guarda na lembrança,
Em busca de um sonho,
Tornou-se cedo adulto.
Mudou-se para o Rio de Janeiro,
Cidade Imperial de modas e modismos europeus
Trazendo na mala a esperança.
Tão menino, já era caixeiro.
Na arte do comércio descobre o valor do trabalho.
Num país agrário movido pela força da escravidão,
As riquezas eram a cana-de-açúcar e o café.
E a elite econômica não quer modernidade.
Apenas usufruir dos privilégios dos produtos industrializados,
Que vinham da revolução industrial, todos os artigos necessários.

Irineu cresce na arte de comerciar.
Sonhando com novas fronteiras se torna maçom,
Fortalece seu conhecimento e aumenta sua fé no trabalho.
Novos projetos ele realiza. É hora de mudar.
O caminho é industrialização.
A Inglaterra o inspira.
Em Niterói floresce a primeira indústria de Mauá
Onde constrói navios, pontes e canhões.
Surge a fundição e estaleiro: Ponta de Areia.
Seu destino é pioneiro e empreendedor.
Lança-se em muitos outros negócios,
Por determinação e fé no Brasil.
Recebe do Imperador a mais alta condecoração:
O "Hábito da Ordem de Cristo".
Leva a luz da modernidade de norte a sul,
Cruza fronteiras para colaborar com o Império.
Ajuda o Uruguai contra as pretensões argentinas de ocupação,
Sonha em unir os países platinos em parcerias comerciais.
E do sul parte para o norte verdejante,
Uma nobre missão.
Proteger o Amazonas do ambicioso Tio Sam,
Cria a "Companhia de Navegação do Amazonas".
Põe um fim nas pretensões norte-americanas.

Mauá não pensa em parar
Ele quer fazer mais pelo Brasil.
Sonha com modernidade e realizações,
Funda o banco Mauá.
Com dinheiro cria a primeira ferrovia e a companhia de iluminação a gás,
Quer ser um revolucionário da economia nacional.
Com o reconhecimento imperial,
Ganha o título de nobreza: Barão de Mauá.
E cada vez mais, mostra o quanto é capaz.
Projeta, avança, constrói... Certo do que lhe conduz,
A cada pensamento uma luz.
Homem de valor, que se difere na hora de propor.
Cria um banco internacional,
Com filiais no exterior.

Segue os caminhos da evolução.
Nem a oposição o faz parar...
É alma de um país inteiro,
Pulsando do seu patriotismo brasileiro,
Que parece não acabar.
Em seu tempo e lugar,
Associa-se aos ingleses.
Cria uma nova ferrovia...
O progresso floresce,
Da noite, pro dia...
De Santos à Jundiaí,
Pelos trilhos, movia-se o café.
Imigrantes são bem vindos.
Muda-se o destino da economia.
O valor ao trabalho,
A sua inspiração!
Até a instalação
De um cabo submarino,
Entre o Brasil e a Europa,
Fora confiado ao Barão.
Que não fez desfeita:
- Se é do interesse da Nação
Do Império, aceito a missão!
Um presente do tempo,
É sua arte de comerciar.
Deste trabalho,
Pode se orgulhar
Recebendo o título
De Visconde de Mauá.

Personificado
Em sua vida e glória,
Uma certeza:
Mauá preferiu a honra,
Em troca de sua riqueza.
A Cubango valendo-se
Dessa dádiva empreendedora,
Estende seu manto verde e branco.
Traz o seu legado
Real,
Fantástico,
Eterno.
Testemunho da História,
Para construção de um Brasil moderno.
Carnavalesco: Jaime Cezário
Texto Sinopse Poética: Jaime Cezário e Marcos Roza, pesquisador de enredos.


Justificativa do enredo

O carnaval do Rio de Janeiro é a grande vitrine da cultura popular do Brasil, onde, através das escolas de samba, muitos assuntos importantes da nossa história são resgatados para o conhecimento do povo brasileiro. Nós, da Acadêmicos do Cubango, escola de samba da cidade de Niterói, sentimos muito honrados em apresentar para o carnaval 2012, o enredo sobre este notável brasileiro: Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá.

Buscamos ao longo de nossa existência, como instituição cultural que representa uma comunidade apaixonada pelo samba e pelo alviverde do nosso pavilhão, valorizar momentos, personagens e fatos que tragam informação, cultura e reflexão.
O Barão de Mauá, um homem extraordinário, escolheu a cidade de Niterói para construir sua primeira indústria: o Estaleiro e Fundição Ponta de Areia.
A mensagem maior deste enredo serve de grande inspiração para todos os brasileiros, e especialmente para nós, Acadêmicos do Cubango, que há anos lutamos com todas as forças para atingir pela 1ª vez o sonhado Grupo Especial.

A determinação e força transmitidas pela história do Barão de Mauá de nunca se abater com as dificuldades e sempre encontrar uma saída para atingir seus objetivos é pura inspiração. Sua busca na valorização do trabalho sério, a honradez moral e a justiça nos aproxima ainda mais do homenageado, pois faz parte da nossa bandeira de luta como instituição cultural que valoriza e respeita esse patrimônio nacional que é o samba brasileiro.

O Barão foi um homem que viveu no século XIX, mas suas opções e estratégias empresariais poderiam ser melhor explicadas com conceitos atuais como globalização, tecnologia de ponta, multilateralismo, mas nem sempre conseguia se fazer entender por uma sociedade de senhores e escravos, favores e conchavos. Sua vida protagonizou uma aventura empresarial sem paralelo em qualquer outro momento da história do Brasil.

Mostrar na Marquês de Sapucaí o enredo sobre o Barão de Mauá e sua trajetória de lutas e conquistas é uma grande honra e sua história nos revigora, afinal é um exemplo de determinação e fé em dias melhores para essa Nação.

Jaime Cezário
Carnavalesco


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Comentários
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    26/07/2011 11:32:06ewertonMembro SRZD desde 22/02/2012

    olha eu gostei, esta grande mas bem explicada, para quem nao entender sobre o enredo e quem é o barão de mauá, encontrei um filme sobre ele o nome é MAUÁ, O IMPERADOR E O REI com o ELENCO: Paulo Betti, Malu Mader, Othon Bastos, Antonio Pitanga, Rodrigo Penna; 134 min. e fala tudo sobre ele. estou baixando e se eu gostar eu falo aqui denovo pro povo ver, mas pelo traller parece ser bom. na minha humilde opiniao a escola do grupo de acesso A com mais condiçoes financeiras pra falar dele é a cubango, mas tenho medo do jaime cezario nao conseguir carnavalizar. Agora queria pedir um favor para o povo que vai em outras noticias para falar da tuiuti, quem come quieto come melhor e vcs virao oque a cubango mostrou no ultimo carnaval independente da colocaçao todos consideraram a melhor da noite, pra falar tem q se garantir!

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    16/07/2011 08:26:50João PauloMembro SRZD desde 27/06/2011

    Olhe, está tudo maravilhosamente bem escrito, parabéns Jaime Cezário por essa belíssima sinopse, porém acho que o Jaime poderia ter encurtado mais essa sinopse, não precisava de uma coisa tão grande dessas, está bem ? Sim, está, e como, porém poderia ter sido menor, não entendo porque fazer uma sinopse desse tamanho, acho que vai ser difícil é pros compositores, mas se o Jaime der explicações concretas e claras sobre o enredo os compositores vão se situar e apartir daí poder compor seus sambas. Acho que o grande desafio do Jaime neste enredo é carnavalizar a história de vida deste grande homem e brasileiro que é esquecido por muitos, o Barão de Maúa, dou meus parabéns a Cubango pela iniciativa de mostrar quem foi o Barão de Maúa que muito fez pelo nosso país mais muitos o esquecem e não o dão o verdadeiro valor que ele merece, o que é uma pena. Desejo sorte pra Cubango e tudo de mais maravilhoso que há neste universo. Fico a mim perguntar se a nossa querida Cubango vai ser canetada no ano que vem, porque depois do que o preseidente da escola falou, isso pode acontecer sim, ainda mais num grupo como esse que se encontra a Cubango, porque o Grupo A já se mostrou no mínimo estranho, e é de estranho pra pior. Força Cubango! Quem era pra ter ido pro Grupo Especial neste ano era você, porém te garfaram, é a pura relidade.

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    15/07/2011 19:21:54KELISMembro SRZD desde 05/07/2011

    ACABEI DE SABER QUE O ENREDO DO TIGRE Ã? TÃ?O FORTE, TÃ?O FORTE QUE FOI NECESSÁRIO GUARDÁ-LO EM 7 CHAVES. NÃ?O DEVO CONTAR AGORA EU SEI QUAL Ã? O ENREDO E OLHA DA PRA SAIR UM PUT...O SAMBÃ?O. AGURADEM ATÃ? 2ª FEIRA.

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    15/07/2011 19:21:27KELISMembro SRZD desde 05/07/2011

    ACABEI DE SABER QUE O ENREDO DO TIGRE Ã? TÃ?O FORTE, TÃ?O FORTE QUE FOI NECESSÁRIO GUARDÁ-LO EM 7 CHAVES. NÃ?O DEVO CONTAR AGORA EU SEI QUAL Ã? O ENREDO E OLHA DA PRA SAIR UM PUT...O SAMBÃ?O. AGURADEM ATÃ? 2ª FEIRA.

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    14/07/2011 09:01:30Só quero sambaMembro SRZD desde 14/07/2011

    Romero britto é mídia.Romero hoje irá contar seu sucesso mundialmente.as pessoas idolatram Romero Britto,querem autográfosporuqe será? Romero mudou a nossa arte dando alegria as suas telas,com cores vibrantes e audaciosas.A arte teve Renascimento com Romero,tudo que ele faz é sucesso absolut rsrsr.Como a renascer de Jacarepaguá que já é sucesso .sendo a mais nova escola do especial. Ela é a caçulinha e ainda tem muitas coisas lindas para mostrar.Igual a Romero Renascer e Romero Britto casamento perfeito.

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    14/07/2011 08:56:17Só quero sambaMembro SRZD desde 14/07/2011

    Novidades Sem Censura Qui, 14/07 - 16h Romero Brito, Bruno Mazzeo e Jorge Aragão E ainda, bate-papo sobre o 19º Anima Mundi â?? Festival Internacional de Animação Publicado em 13/07/2011 - 21h29 â?¢ Atualizado em 13/07/2011 - 21h34 O Sem Censura desta quinta-feira (14/07) receber, às 16h, o artista plástico Romero Brito para falar de seu trabalho. O artista é considerado um ícone da cultura pop moderna. Romero tem suas pinturas e esculturas presentes nos cinco continentes e em mais de 100 galerias no mundo. Já o cantor e compositor Jorge Aragão conversa sobre a turnê do DVD Coisa de Jorge. O programa receber também o ator Bruno Mazzeo para apresentar o filme Cilada.com, uma comédia sobre amor, traição, que mostra o poder da internet em transformar pequenas intimidades e deslizes em fama e constrangimento globalizados. Ainda sobre cinema, Leda Nagle bate um papo com Marcos Magalhães, diretor do Festival Anima Mundi, que está na 19ª edição. E o escritor Valter Hugo Mãe lança seu mais recente romance, A Máquina de fazer espanhóis. O livro narra a história de Antonio Jorge da Silva, um barbeiro de 84 anos que depois de perder a mulher, passa a viver num asilo

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    13/07/2011 21:14:21DEIXA DE MENTIRAMembro SRZD desde 13/07/2011

    Aliá sinose até errei tão grande perca de tempo.O enredo da cubango deveria ser ilusão cairia como uma luva.

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    13/07/2011 21:12:31DEIXA DE MENTIRAMembro SRZD desde 13/07/2011

    Coitados kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkp´ra que esse enredo tão grande kkkkkkkk prá nada.Ilusão deveria ser o enredo da cubango.Vai ter que passar por cima da Tuiti e viradouro é uma das duas campeã de 2012. podes crer o povo falou tá falado.

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    13/07/2011 20:19:23DeniseMembro SRZD desde 08/04/2009

    Nossa, uma sinopse imensa, um enredo complexo demais para uma escola do Grupo de Acesso. Desse jeito não vai dar não, infelizmente. Não sei se o homenageado pode ser considerado um "herói" como deixa transparecer o enredo.

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    13/07/2011 19:19:45lopesMembro SRZD desde 07/07/2011

    Personagem tao historico qto polemico .Relegado nos livros de HISTORIA DO BRASIL a apenas uma citacao ,quase uma virgula,SUA CONTRIBUICAO E IMENSA, porem tem la "suas coisas" vamos assim dizer.A estatizacao do BANCO MAUA foi feita para SALVAR O BANCO DO BRASIL QUE ESTAVA FALIDO(a nobreza escravocrata e propietaria de terras simplesmente nao pagava dividas de emprestimos agricolas ) Hoje seria algo como estatizar o BRADESCO PARA SALVAR O BB.Em contra partida se tornou o EMPREITEIRO DO GOVERNO.LICITACAO ? Isso nao existia pra ele pois o mesmo ESCOLHIA AS OBRAS .A monarquia o ODIAVA pois suas ideias industrializantes e anti -escravocratas iam contra o "status quo " da epoca,mas sempre era acusado de explorar seus trabalhadores nas industrias (nao existia sindicatos . nem leis trabalhistas assim ele deitava e rolava ) No balanco entre o BEM e o MAL ficou a imagem de homem a frente de seu tempo .Agora como ENREDO acho complicado pois e' o tipo de personagem que da um livro sensacional,uma mini serie para tv fantastica mas como ENREDO DE ESCOLA DE SAMBA nao me parece fornecer muitos elementos para CARNAVALIZACAO.mas \CESARIO e' COMPETENTE e a CUBANGO uma escola espetacular,logo aguardando ansioso pelo desfile desejo BOA SORTE.

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    13/07/2011 15:18:58waldirMembro SRZD desde 05/07/2011

    Bacana, porém acho esse enredo um pouco pesado e vai em contraste com o que a Cubango trouxe no ultimo carnaval! Mas aposto no sucesso!

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    13/07/2011 12:26:01SávioMembro SRZD desde 05/07/2011

    Excelente sinopse muito bem escrita e bem detalhada.

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