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17/11/2011 10h53

Enfermeira suspeita de ter injetado leite na veia de bebê é indiciada
Redação SRZD

Foto: Reprodução de TVA auxiliar de enfermagem Maria Neusa Neri Leão, de 55 anos, foi indiciada por homicídio culposo após duas horas de depoimento, nesta quarta-feira. Ela é suspeita de injetar 10 ml de leite na veia de um bebê de 13 dias no Hospital Municipal Professor Mário Dégni, em São Paulo, provocando a morte do recém-nascido.

A delegada Nayara Caetano Borlina Duque, que preside o inquérito, afirmou que não há dúvida que Maria Neusa é responsável pelo erro. Segundo ela, a acusada tentou explicar o procedimento que realizou, sem admitir que falhou. A delegada disse que perguntou à enfermeira sobre seu estado emocional no dia da morte do bebê. No momento em que foi questionada "ela chegou a chorar", segundo a delegada.

O advogado da enfermeira, Roberto Vasconcelos da Gama, afirmou que sua cliente estava abalada após o depoimento e não admite ter cometido o erro que levou à morte do recém-nascido. Segundo ele, quando Maria Neusa soube que havia sido injetado leite na veia da vítima, disse "Você está louca? Como posso ter feito isso?".

Até o momento, a polícia colheu o depoimento de 11 pessoas, incluindo Maria Neusa, colegas de trabalho dela e os pais do bebê, e vai pedir informações sobre outras crianças que tenham recebido atendimento pela mesma equipe no hospital.


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Comentários
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    17/11/2011 19:29:56uanderson de aquinoMembro SRZD desde 04/12/2009

    SRZD por favor façam uma correção no titulo da matéria, troquem "Enfermeira suspeita de ter injetado leite na veia de bebê é indiciada", por " auxiliar de enfermagem suspeita de ter injetado leite na veia de bebê é indiciada". auxiliar de enfermagem e uma profissão que exige apenas o ensino fundamental, curso de no Maximo 6 , meses e oferecem apenas conhecimentos básico de cuidados a pacientes. Para ser enfermeiro e necessário cursar graduação de enfermagem, 5 anos, que conferem ao profissional condições complexas de assistência. Parece bobagem, mas se fossem confundir um técnico de comunicação ( curso oferecido pelo SENAC em algumas regiões) com um jornalista formado em comunicação social, o pessoal trataria logo de corrigir o equivoco.

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