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02/03/2012 20h03

Verônica é a nova porta-bandeira da Grande Rio
Redação SRZD

Foto: yuri GraneroApós anunciada sua saída da coirmã União da Ilha, a porta-bandeira Verônica Lima retorna à Grande Rio depois de anos. Ela, que até a manhã desta sexta-feira, 2 de março, defendia o pavilhão insulano, agora defenderá a tricolor de Caxias. Verônica terá ao seu lado o mestre-sala Luis Felipe, que era parceiro de dança de Squel, porta-bandeira que pediu desligamento da agremiação esta semana.

"Estou muito feliz com minha volta à Grande Rio. Comecei a desfilar na escola, como porta-bandeira mirim, aos nove anos de idade. Fui segunda porta-bandeira de lá por três anos e outros três fui a primeira. Ontem estava triste com minha saída da Ilha, mas tinha a expectativa de que algo bom iria acontecer. Só não esperava que acontecesse tão rápido. Estou radiante!", declarou.


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Comentários
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    04/11/2012 15:37:38Diogo DioguinhoMembro SRZD desde 04/03/2012

    DIOGUINHO DJ CAXIAS RJ GRANDE RIO DIOGO DJ

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    27/05/2012 14:35:06Diogo DioguinhoMembro SRZD desde 04/03/2012

    DIOGUINHO DJ CAXIAS RJ GRANDE RIO [email protected] DIOGU [email protected] [email protected] O.COM.BR FALA COMo GATINHA LINDA

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    12/03/2012 21:57:09FelipeMembro SRZD desde 04/02/2011

    O problema é que quem trabalha na Grande Rio, quando sai para uma escola com poucos recursos tem que triplicar a criatividade para fazer algo no mesmo nível... Salgueiro, Tijuca, Beija-Flor e Grande Rio acostumam "mal" seus carnavalescos... Nessas escolas o carnavalesco projeta e nem precisa perguntar quanto tem para gastar, compra o que é preciso e pronto!

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    12/03/2012 21:50:15FelipeMembro SRZD desde 04/02/2011

    Ele só mete o pé de escola que não tem condições de bancar o trabalho caro que ele desenvolve... Quando o szanieck vê que o que ele projetou está indo para o brejo porque a escola não tem dinheiro e nem estrutura ele sai fora mesmo... Na Grande Rio ele não terá esse problema! Lá tem dinheiro e estrutura de barracão!

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    09/03/2012 10:59:03sandroMembro SRZD desde 09/03/2012

    Espro que quando chegar,no meio do ano ele meta o pé e se arranque e deixe a escola a ver navios rsr.eu irei rir muito esse polones,não bate bem,queria ver ele na portela rsrs.Para um tal sabe tudo aí se ferrar bem.Dizer que não quer o cahê na escola dele,o carnavalesco da portel ,não emelhordo que o cahê.é muito antiquadro,cahê é mais moderno ,nem se compara.tem muita gente deolh nele,mais não irei falar.

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    08/03/2012 17:47:40facGRMembro SRZD desde 07/03/2012

    dana-se a opinião dos outros importante e a opinião de nois integrantes da escola

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    08/03/2012 02:34:41lucasMembro SRZD desde 19/02/2010

    Esse anos a Grande Rio tem apostado em nomes novos e outros já que passaram pela escola como por exemplo Verônica, Roberto Szaniecki, Emerson Dias... será que vai dar certo? Pra mim esse time da GR 2013 é bem mediano visto o poder que a Grande Rio tem hoje. Ela poderia muito mais.

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    07/03/2012 14:44:47FelipeMembro SRZD desde 04/02/2011

    Ã?... Realmente, o Sr. Luis Claudio, Mostrou-se ser mais um "crédulo"! A história surge do que é narrado, escrito, mostrado... Independente da fonte! E a propósito, não questionei a fonte da informação, mas sim a veracidade e influência que a mesma sofrera!! Agora não tenho dúvidas: O Sr. Acredita que o Brasil foi descoberto em 1500 por Pedro Alvares Cabral... A diferença entre um país de 1º mundo e o de terceiro não está no produto interno bruto, nem muito menos na sua divisão equitativa, a diferença primordial é que as pessoas que vivem no 1º mundo não aceitam pura e simplesmente o que lhes são jogado como informação! Elas discutem, debatem, racionalizam, buscam outras fontes! Infelizmente não sou eu quem vai conduzi-lo a isso! Até porque esse seria um trabalho de base... Não há mais como manter um debate com o Sr.! Encerro a minha participação!

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    07/03/2012 12:50:46Luiz ClaudioMembro SRZD desde 11/01/2012

    Ã?, tem gente que não tem cultura! Confundir texto jornalístico com livro de história é absoluta falta de conhecimento, perdoável até, não são todos jornalistas. O enorme texto exposto apresenta fatos, contra os quais não há argumentos. Não são historinhas contadas em livros. Não da pra simplesmente passar a borracha. São fatos jornalísticos...Doa a quem doer!!!

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    06/03/2012 16:20:39FelipeMembro SRZD desde 04/02/2011

    Caro Luis Claudio, a internet é uma ótima ferramenta de pesquisa. Não era preciso escrever um "livro" de algo que "dizem! A história verdadeira não está nos livros, ainda mais o que se escreveu em um tempo onde a CENSURA (do Estado e das organizações criminosas) dominavam o Brasil! Esse seu enorme texto me fez crer que o Sr. acredita naquela historinha da "tia cotinha" que dizia que: o Brasil foi descoberto em 1500 por Pedro Alvares Cabral! Felizmente, para mim, esse informações manipuladas não representam nada, enfim... Acho que, se o Sr. me entendeu (ou não), percebeu que "besteiras"ditas ou escritas são fatores subjetivos! Logo...

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    06/03/2012 16:20:38FelipeMembro SRZD desde 04/02/2011

    Caro Luis Claudio, a internet é uma ótima ferramenta de pesquisa. Não era preciso escrever um "livro" de algo que "dizem! A história verdadeira não está nos livros, ainda mais o que se escreveu em um tempo onde a CENSURA (do Estado e das organizações criminosas) dominavam o Brasil! Esse seu enorme texto me fez crer que o Sr. acredita naquela historinha da "tia cotinha" que dizia que: o Brasil foi descoberto em 1500 por Pedro Alvares Cabral! Felizmente, para mim, esse informações manipuladas não representam nada, enfim... Acho que, se o Sr. me entendeu (ou não), percebeu que "besteiras"ditas ou escritas são fatores subjetivos! Logo...

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    06/03/2012 16:02:39FelipeMembro SRZD desde 04/02/2011

    Dias, meses, anos â??passouâ? E ao saudosista restou Chorar a sua história História outrora vivida, Num tempo poético, Onde teu nome forjava No "peito" dos vivos A alegria da tua presença, A angústia da tua demora, A sanha de quem te temia! Esse tempo... ficou com as almas! Restaram: Memórias... Memórias... Memórias... E o que serdes de mim sem tu? Fonte do meu contentamento Oposto da minha verdade, Verdade que sem piedade â??Me teimaâ? em devorar! Ah! Passado! Passado distante, Que habita o espírito, A recordação, a relembrança Do que viu ou soube Que naquele â??terreiroâ? havia: Um povo â??sambeiroâ?, valente e vistosoâ? Que brilhava, reluzia E com todo o amor cantava As glórias da tua alegria E o que sobrou aos herdeiros? O extinto? O primitivo? O passado! Ah! Esse passado! Que mostra-se o único aceno De um tempo, de outrora Que fiz valer minha história E que ficastes para trás! (será que voltarás?) Já fui "como pude" Fui princesa, Rainha, Duquesa... Virei MAJESTADE! Hoje domino um reino incerto, Um tanto Seco, abatido! Mas guardo "comigo" a semente De quem sabe um dia, no presente Fazer a "voz" dessa gente Com toda a vaidade da â??almaâ? Outra vez em coro aclamar: Tu és: â??A Majestade do sambaâ?

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    06/03/2012 16:01:27FelipeMembro SRZD desde 04/02/2011

    Debate? com você? Acho que nem sabes o que é isso! Em nenhum momento o quis fazê-lo, até porque não havia nível suficiente por parte do opositor! Expus fatos! Não perderia meu tempo com tão pouco a ser oferecido em troca! Vou colocar umas rimas que eu fiz quando debati de verdade e com uma pessoa que torce para a sua escola, e que tem um pouquinho, assim como eu, de capacidade intelectiva!.

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    06/03/2012 15:46:32Luiz ClaudioMembro SRZD desde 11/01/2012

    Só em 1940 o jogo entrou no Código Penal como contravenção â?? condição em que permanece até os dias de hoje. A justificativa de tal classificação é a de que este seria â??um crime menorâ?, no qual seria determinante a conivência da vítima. A atuação dos contraventores, no entanto, sempre foi muito além da ilegalidade nas apostas, e a perpetuação do poder se dá também com crimes como homicídios, ameaças e a conexões com quadrilhas de outras áreas de atuação. Ã? preciso conhecer um pouquinho de história para assim não produzir asneiras e se tornar uns Felipes e richards da vida!!!

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    06/03/2012 15:41:38Luiz ClaudioMembro SRZD desde 11/01/2012

    O jogo do bicho nasceu no Rio de Janeiro, precisamente no dia 3 de julho de 1892. Ã? uma criação do Barão de Drummond, que fundara poucos anos antes o primeiro Jardim Zoológico da cidade, no bairro de Vila Isabel. Como estratégia para alavancar a receita do negócio, o empresário pleiteou, e conseguiu, uma licença da Câmara dos Vereadores para a exploração de apostas em jogos. A dinâmica era simples. O bilhete de entrada no Zoológico trazia a imagem de um animal, e dava direito a participar de um sorteio no fim do dia. Quem tivesse o bilhete do bicho sorteado ganhava como prêmio o valor do ingresso multiplicado por 20. O historiador Felipe Magalhães conta que, desde o início, o jogo do bicho pulou os muros do zoológico, com a instalação de uma loja na Rua do Ouvidor, a mais movimentada da cidade. Ali, era possível comprar o bilhete e, consequentemente, participar do sorteio, sem sequer passar perto do zoológico. Ninguém sabe ao certo o motivo, mas o jogo do bicho caiu nas graças do povo e fez um sucesso estrondoso. Em pouco tempo, o Barão perdeu o monopólio do jogo, que passou a ter bilhetes vendidos também por terceiros. â??No final do século XIX, as apostas faziam parte da rotina no Rio de Janeiro. Apostava-se em tudo: remo, turfe, boliche, corrida... Havia um grande número de loterias espalhadas pela cidade, entre legais e ilegais. As legais eram as que pagavam a taxa para a prefeitura", explica. O jogo do bicho, no entanto, logo passou a ser mal visto. Em 1895, veio a primeira proibição. O zoológico acabou falindo. "Vila Isabel foi o primeiro bairro planejado do Brasil. Era um projeto modernizador, inspirado em Paris. Nesse contexto, o zoológico foi pensado como um espaço de diversão, útil e agradável. Com o jogo, acabou sendo visto como um antro de vício e sendo o símbolo do fracasso de um projeto civilizador", analisa Magalhães.

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