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29/06/2012 18h03

Conheça as propostas de Marcelo Freixo para o Carnaval carioca
Redação SRZD

Um dos candidatos à Prefeitura do Rio de Janeiro, Marcelo Freixo, divulgou, recentemente, suas propostas para mudanças no Carnaval carioca. Leia abaixo, na íntegra, o texto sobre suas ideias para tornar a maior festa do mundo, ainda melhor.

Nossa Avenida vai além do Carnaval

A partir dos anos de 1960, quando as escolas de samba assumiram o protagonismo do carnaval do Rio de Janeiro e instauraram uma espécie de nova ordem momesca, o desfile das grandes agremiações ganhou o status de "Maior Espetáculo da Terra". Foi uma metamorfose natural e processual, reflexo de uma cidade que também jamais parou de se transformar. Acabaram sendo "descobertos" redutos e bambas no balanço do trem ou na carona do então recém-inaugurado túnel Rebouças, aproximando classes e bairros. De lá pra cá, o Rio de Janeiro assistiu à construção do Sambódromo (1984) e à criação da Liesa (Liga Independente das Escolas de Samba), em 1985, que conferiram avanços significativos rumo à dita "profissionalização", entregando ao espetáculo o público multidiverso e as vultosas cifras atualmente movimentadas. Entretanto, a partir do afastamento quase completo do poder público da organização dos desfiles (movimento iniciado há cerca de 20 anos), os valores culturais do que se leva à Avenida - fundamentalmente, as bases e a razão para a existência do "show" atual -, foram deixados de lado.

Muito além da característica comercial e turística, a folia carioca apresenta formação e função essencialmente culturais. Se existe o atual panorama de destaque econômico e midiático - o que engloba até mesmo a transmissão televisiva para outros países -, foi porque foram encontrados referenciais sólidos de crescimento: os rituais, símbolos, ícones, personagens, marcas identitárias e, até mesmo, culinária própria. O samba e suas escolas não têm apenas função recreativa, mas reforçam também nossa memória coletiva e, principalmente, afetiva. As feijoadas, os encontros nas quadras, nas ruas e a grande reunião anual na Avenida dos Desfiles, Marquês de Sapucaí, são espaços para a celebração e transmissão de saberes populares, algo de que a engrenagem comercial contemporânea - por mais que muitos não percebam -, também necessita para sobreviver.

Em qualquer cidade, a competência para a gestão do carnaval acontece na esfera municipal. No Rio de Janeiro, a história ganha novos personagens e as fontes de recursos financeiros ultrapassam os limites domésticos, alcançando dotações estaduais e federais. Esta característica é absolutamente compreensível, tendo em vista que a folia ultrapassou, inclusive, as fronteiras nacionais. Contudo, exige do poder um controle maior dos investimentos e recursos que, na esteira da festa, circulam por aqui. Além disso, há um controverso "anexo" à administração do "negócio" público: o comando é "compartilhado" com uma instituição privada, a Liesa. Alçada à condição de representante das escolas, a entidade foi ainda mais longe e também passou a dar todas as cartas do desfile, responsabilizando-se - entre outras funções -, até mesmo pela comercialização de ingressos (que podem ser adquiridos apenas em dinheiro vivo a partir de reservas feitas por telefone ou fax) e escolha dos julgadores. Ora, são estes vazios de influência pública que, aos poucos, têm minado aspectos importantes inerentes à folia. Vale ressaltar que desde 1935 o Estado cuida e incentiva financeiramente as escolas.

Assim como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos possuem órgãos próprios de planejamento, o carnaval carioca, por suas dimensões, necessita, também, de um tratamento nos mesmos moldes. Com algum exagero, para fins de exemplificação didática, é como se fizéssemos um Mundial de Futebol a cada mês de fevereiro ou março. Se, de maneira absoluta, o volume de recursos aplicado cresce a cada ano, por que a prestação de contas da subvenção ainda não é realizada de maneira satisfatória? Além disso, se o dinheiro público e a verba ligada aos direitos de transmissão (exclusiva) de televisão atingiram um patamar de cerca de R$ 5 milhões para cada escola (suficientes para a preparação de um carnaval competitivo), como explicar a corrida desenfreada por enredos patrocinados? Que legado deixaremos para a manutenção de uma festa cuja resistência está calçada em pilares que vêm sendo derrubados?

Para 2013, grande parte das agremiações do Grupo Especial já anunciou seus temas, quase todos patrocinados. O festival Rock In Rio, a Coréia do Sul, os criadores da raça de cavalos Mangalarga Marchador e os proprietários da Revista Caras são alguns dos novíssimos mecenas que irão expor suas marcas na Avenida, condicionando propostas temáticas única e exclusivamente à filigrana comercial. Eis o reflexo de um poder público que se limita a administrar os recursos como balcão de negócios, já que a prefeitura não garante o papel de influência sócio-cultural representado por uma de nossas maiores riquezas simbólicas. Ora, faz-se necessária a atuação de um órgão municipal (Subsecretaria) dedicado a pensar a folia carioca durante todo o ano, espelhando a importância alcançada por este evento com nuances tão particulares, e que influencia o conjunto da formação social carioca. Quando uma empresa ou pessoa física apresenta uma proposta para obter apoio financeiro - seja diretamente através de dinheiro governamental, ou obtendo autorização para captar em troca de isenção fiscal -, este projeto é analisado pelo ente público, e sua relevância é considerada para que os recursos ou isenção sejam concedidos. Basicamente, busca-se aqui processo semelhante para o carnaval.

Para receber a subvenção, é fundamental que os enredos (inclusive os patrocinados) apresentem grande valor cultural. Caso, portanto, opte pela exaltação direta ou indireta a marcas comerciais, a escola não deverá receber verba pública. Esta proposta não se trata, de forma alguma, de uma tentativa de dirigismo temático, e, sim, de uma busca pela gestão criteriosa de recursos para que as agremiações não se tornem meros veículos de propaganda para empresas privadas. Além do que já ocorre com o turismo, a prestação de contas, negociação de cotas de patrocínio e os aspectos não comerciais (culturais) devem ser "cuidados" por quem foi escolhido nas urnas para comandar a cidade. Desde a sua criação, a Liesa teve fundamental participação no crescimento dos desfiles, mas sua autonomia - quase 30 anos depois -, merece questionamento.

Se a prefeitura, por exemplo, construiu 14 barracões na Cidade do Samba, por que a instituição fixou em 12 o número de participantes do Grupo Especial? Como justificar os gastos municipais com dois galpões não ocupados por alegorias e adereços? O novo órgão municipal irá cuidar de todas as relações que envolvem as escolas de samba, internas e externas. Por exemplo, como representantes de comunidades, as agremiações não devem ter "donos". Filho do povo e, portanto, da democracia, o samba prescinde de qualquer tipo de monopólio, inclusive do televisivo, este que tem prejudicado a qualidade das recentes transmissões. Nos dia a dia dos barracões, já que a formação de mão de obra especializada para o carnaval é usada para justificar verbas - muitas vezes públicas ou de estatais -, em projetos sociais, é fundamental a fiscalização das relações de trabalho. Afinal, é sabido que em muitos deles os direitos básicos do trabalhador não são respeitados.

Mas o carnaval carioca é muito além da Rua Marquês Sapucaí e seus grandiosos grêmios recreativos. Está nas marchinhas das ruas e salões, nos becos e vielas, no alto e no entorno dos coretos das praças, no mar, na Estrada Intendente Magalhães. É imperativo que o poder público olhe com bastante cuidado para os desfiles do grupo de acesso, garantindo, entre outras ações, a preservação de bandeiras históricas que perderam a força com o passar dos anos. Os grupos C, D e E desfilam sem os holofotes das grandes, mas significam a garantia de força para o fest

ejo que não para de se transformar. Hoje, ainda faltam recursos e condições para a realização do espetáculo das escolas menores. Além disso, o Estado precisa entender de uma vez por todas que escolas de samba e blocos de rua possuem naturezas e propostas distintas. Um projeto da atual gestão da prefeitura em parceria com a Associação das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (AESCRJ), ano após ano, tem condenado à revelia seis escolas do Grupo E a virarem blocos, o que impossibilita a criação de novas agremiações. Nada mais equivocado do que uma transformação estrutural orquestrada de cima para baixo, já que as entidades nasceram a partir de processos comunitários próprios.

Os blocos, aliás - marcas históricas de uma cidade com vocação para festejar -, merecem grande atenção, sobretudo no atual momento de resgate dos antigos carnavais de rua e salão. Eles não apresentam tanta visibilidade midiática (não têm desfiles apresentados em rádio e tevê), mas possuem abrangência gigantesca. Em lugar de serem observados por milhares, são mais inclusivos em termos de participação, parte da mistura própria de um Rio que já foi dos clubes de frevo, dos ranchos, dos corsos, cordões, dos blocos afros, dentre outros, e que pode sim congraçar todas as manifestações espontâneas. A ocupação do espaço público precisa acontecer a partir do equilíbrio entre as regiões - sem privilegiar determinados bairros -, e calçada na estrutura e segurança para todos os brincantes. É preciso deixar explícito que as Ligas e Associações podem e devem seguir com a função de representação das entidades foliãs, mas urge que a prefeitura reassuma seu papel de responsabilidade no fomento e gestão do bem histórico intangível que é o nosso carnaval.

E já que a festa é, fundamentalmente, política cultural e social, que tal reaproximarmos as escolas de samba do público que as entregou liderança e devoção há mais de 50 anos? Na carona da reforma do Sambódromo - que, finalmente, tirou do papel a ideia completa do arquiteto Oscar Niemeyer (arquibancadas espelhadas) -, seria justiça histórica se o projeto original da Avenida fosse todo retomado. Ou seja, as frisas (ou, pelo menos, um lado delas) transformadas em uma autêntica "geral", com preços populares, para que todos pudessem embarcar na fantasia encerrada em Cinzas e na lágrima do pierrô.

Eis aqui a nossa proposta e Avenida. Uma Avenida que, cá pra nós, vai muito além do carnaval.

foto:divulgação

Propostas:

Criação da Subsecretaria de Cultura Especial do Carnaval - A Subsecretaria vai assumir a organização do Desfile das Escolas de Samba do Rio de Janeiro, considerado o grande espetáculo do planeta. Serão privilegiados os valores culturais, o julgamento coerente e a correta gestão dos recursos públicos destinados às agremiações.

Subvenção condicionada à relevância cultural dos enredos - Caso uma agremiação opte por retratar uma marca, não deverá receber verba pública. Esta proposta não se trata, de forma alguma, de uma tentativa de dirigismo temático. É apenas a busca pela gestão criteriosa de recursos para que as escolas não se tornem canais de propaganda.

Apoio às agremiações dos grupos de acesso - Mais recursos e estrutura para a realização dos desfiles dos grupos de acesso, que acontecem na Estrada Intendente Magalhães, no bairro do Campinho.

Apoio a todas as instituições carnavalescas - Política que vise ao fomento e à distribuição geográfica de blocos, cordões e quaisquer instituições carnavalescas por toda a cidade, possibilitando a ocupação democrática do espaço público. Importante salientar: escolas de samba não podem ser rebaixadas à condição de blocos, e estes não podem se tornar escolas de samba, por ação de órgãos controladores. Suas naturezas são distintas e possíveis mudanças estruturais devem ser frutos de decisões internas ou comunitárias.

Preservação das entidades foliãs e seus espaços comunitários - O poder público precisa garantir a preservação de grandes agremiações, responsáveis por históricos desfiles e sambas, mas que perderam a força com o passar dos anos. Também é necessário pesquisar, identificar e preservar os perímetros culturais no entorno dos berços das escolas, a fim de que seja a face material, geográfica e sentimental do samba como Patrimônio Imaterial do Rio do Janeiro.

Retorno do projeto original do sambódromo - O fim das frisas (ou, pelo menos, de um lado delas), transformando-as, como no projeto original, em uma grande "geral", com preços populares. A ideia é combater a frieza dos desfiles e reaproximar o carioca do espetáculo.

Concorrência da transmissão televisiva - O fim da exclusividade na transmissão televisiva condicionaria diferentes formas de narração, aumentando as possibilidades de apresentação do espetáculo para o público de casa. Como resultado, o aumento do conteúdo jornalístico disponível aos espectadores e uma saudável disputa pelo melhor "olhar" sobre a festa.

TV Educativa e carnaval - Em caso de quebra do monopólio televisivo, em um novo contrato discutido pelo poder público, que haja uma cláusula que permita às Tevês Educativas a transmissão sem a necessidade de pagar pelos direitos.


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Comentários
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    22/02/2015 18:13:25Francisco CotaAnônimo

    Queremos outro projeto de cidade, voltada para os cidadãos e não para os empreiteiros, milicianos e contraventores. Freixo trouxe um desfile de propostas corajosas e necessárias. Nada deve parecer impossível de mudar. E isso inclui o carnaval. Força, Freixo Prefeito! ;)

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    30/08/2012 23:48:22Marcio Brito NetoAnônimo

    As propostas do candidato Marcelo Freixo valorizam um dos maiores patrimônios culturais do Rio de Janeiro e democratiza o acesso a manifestação. Excelentes propostas. Há anos o mundo do samba tem virado apenas vitrine publicitária e vem distanciando a população dessa riqueza cultural. As escolas, obviamente, não estão muito interessadas que a política para área seja modificada, visto os milhões de reais que faturam fazendo propaganda. Talvez pelos últimos dois itens do documento o candidato sofra o boicote da gigante Rede Globo, aliás que já começou, pois esta semana o entrevistador da casa não deu o tempo necessário para que o Freixo explicasse a proposta, colocando-o como inimigo de muitas agremiações. Fato é que a população ainda se molda com o que a mídia, em especial a emissora mór, publica, sem de fato buscar a informação verdadeira e sem distorções. Agora é torcer para que o povo não caia mais uma vez em armadilhas. Eu fecho com Freixo!

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    29/08/2012 15:38:35evaristo lemosAnônimo

    Se o Rock in Rio não é cultura, esse senhor não tem cultura prá ser prefeito. Fora freixo!!!! Vai arrumar outro lugar. PARA PREFEITO VOTE EM MARCELO PAES!!!!!!

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    29/08/2012 08:44:12Paulo peixotoAnônimo

    COMO A GENTE TÁ CANSADO DE VER O GOVERNO NÃ?O CONSEGUE ADMINISTRAR NADA E POR ISSO QUE O CARNAVAL SAIU DA SUA MÃ?O.EXEMPLOS: CTC,CEDAE,LIGHT, E OUTRAS EMPRESAS QUE AO KLONGO DO TEMPO VIMOS VIRAR CABIDE DE EMPREGO, SEM FALAR NO TRANSPORTE ALTERNATIVO QUE NUNCA CONSEGUIRAM ORGANIZAR, POR ISSO QUE TEMOS ESSA SITUAÃ?Ã?O.

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    29/08/2012 03:43:17Hugo de Oliveira AngeloAnônimo

    Parabéns a excelente proposta! Realmente baseada em um estudo histórico de resgata ao samba como outrora festejado e com a redução de temáticas publicitárias. O poder público deve sim estar a frente do maior espetáculo da terra. Parabéns especiais a Marcelo Freixo que teve a coragem de enfrentar e debater um discurso tão polemico e duvidoso no que diz respeito a idoneidade dos atuais dirigentes do espetáculo e o monopólio de transmissão ao público. Agora só resta ao povo escolher se quer uma proposta limpa, clara e inteligente, ou se prefere a inoperância do atual governo no que se trata de operação e utilização de dinheiro público. Deixo minha opinião clara ao longo deste comentário, mas para quem ainda não sacou, vai a dica: VOTE FREIXO 50!

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    28/08/2012 21:31:00Roberto de m. ferreiraAnônimo

    AMIGO QUINHA DA PORTELA, adorei o seu comentário,parabéns,estou morrendo de rir, e vou contigo,alô GALERA DO SRZD segundo o amigo Quinha, SAUDEMOS O NOVO MESSIAS, AAAALLLLEEEEELLLLUUUUUUUUUUUUUUUUIA ,e saudações nilopolitanas.

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    28/08/2012 21:12:42Roberto de mello FerreiraAnônimo

    SR.MARCELO FREIXO, se o sr.TINHA,eu disse TINHA alguma pretensão em algum dia assumir a prefeitura do Rio de janeiro, lamento te informar que suas pretensões acabarão de descer esgoto abaixo e desembocar lá na lagoa de marapendi,ou seja: VOCÃ? ACABOU DE SE QUEIMAR NOS DOIS ULTIMOS ITEMS DA SUA PROPOSTA. Malandro, voce mexeu com as poderosas ORGANIZAÃ?Ã?ES GLOBO agora voce vai ver MARIMBONDO DA MEL, nunca mais voce ganha pô....a nenhuma a nivel de prefeitura do rio, eles vão colar no teu pé igual chiclete, Vão fazer contigo o mesmo que fizeram com o LEONEL DE MOURA BRIZOLA, nunca deixaram o velho ser presidente da republica,inventavam ate pesquisas falsas em que o adversário estava sempre na frente lembra disso? pois é nenem, prefeitura, JÁ ERA PRA TU,PODE ACREDITAR. Saudações Nilopolitanas.

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    28/08/2012 18:36:29Ricardo LeiteAnônimo

    AS pessoas ligadas ao carnaval por cultura, certamente irao concordar e apoiar essa proposta, visto que o carnaval de alguns anos para cá trouxe poucos sambas que ficaram e ficarao na memoria por se tratarem de temas patrocinados, buscado e procurado por profissionais das escolas que deixaram de ser "culturalistas" como eram os sambistas das decadas de 20, 30, 40, 50, 60 até meados de 90 quando o carnaval virou mais um item "CAPITALISTA" do nosso grandioso Brasil, esquecendo-se assim sua principal origem que era levar com alegria e fantasia a cultura popular nacional, com muita musica na maior festa popular. dando espaço apenas para os "ENDINHEIRADOS" que podem pagar 300, 400, a 15.000 para assistir o desfile que deveria ser do povo, deve-se salvar essa cultura popular antes que seja tarde, e como tudo no mundo moderno entre para a historia como "era bom quando nao era capitalista" e nao enchia o bolso de meia duzia de pessoas que detém o poder. ACORDA BRASIL

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    28/08/2012 12:04:13Quinha da portelaMembro SRZD desde 28/01/2012

    "Salve povo do Rio de Janeiro,O novo Messias está chegando.Ele entrará em nossa cidade pela Baía de Guanabara abordo de um catamarã.Ele fará que o sol brilhe mais forte no nosso Rio,os enfermos não mais sofrerão em hospitais,os alunos do município do Rio de Janeiro terão professores para todas as matériais,inclusives as de lingua estrangeira,os transportes sofrerão uma transformação: todos com ar condicionado e acesso facilitado para os cadeirantes e deficientes físicos e as passagem mais barata, a guarda municipal acabará com os cracudos que vivem atormentando nossa metrópole,não haverá mais mendigos,meninos de rua,enfim,com a graça do novo Messias o Rio de Janeiro será o novo Ã?dem.AAAAAAAAAAALLLLLLLLLLLLLLLeeeeeee e eeeeLLLLLLLLLLLLúuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu uuuuuuuuuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii iiiiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.Oremos ao nosso Mestre, O Salvador do Rio de Janeiro. Peço que o nosso novo Messias me abençõe.AAAAAAAAAAAAAAAAMMMMMMMMMMMMMM MEEEEEEEEEEEEEEEEMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM M."

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    27/08/2012 10:37:00Diego MedeirosMembro SRZD desde 02/07/2012

    Realmente... mexer com o carnaval é pior do que com a milícia... mas aprabéns pela coragem e disposição.. mesmo que não ganhe já o admiro...

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    26/08/2012 10:21:21TATI ROZENEAnônimo

    CONCORDO COM O MARCELO FREIXO,PRECISAMOS TER RESPEITO AO DINHEIRO PÃ?BLICO!.PQ ESCOLA DE SAMBA NÃ?O PRESTA CONTA DO DINHEIRO PÃ?BLICO QUE RECEBE?ALGUÃ?M TEM QUE TER CORAGEM PRA CUTUCAR ISSO...E FREIXO TEM CORAGEM E DGNIDADE PRA ISSO!

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    25/08/2012 16:44:31andre camposAnônimo

    Lembro que nos anos 90 tinha uma agremeação que prestava contas de todo o dinheiro que ela recebia,e ao longo dos anos essa agremiação pequena foi crescendo e em 2001 estava desfilando no grupo especial,não abriu mão de fazer um enredo cultural e prestou contas mesmo sabendo que o grupo especial não tinha esta cultura de respeito ao dinheiro publico,eu estou falando da paraiso do tuiuti que conseguiu mostrar um lindo carnaval e eu que tive acesso a sua prestação de contas não ficou devendo a ninguém,portanto MARCELO se uma agremeação pequena fez, todas tem possibilidade de fazer o que falta é governo.

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    25/08/2012 16:22:05andre camposAnônimo

    Você já tinha meu voto,após esta proposta de governo conta comigo e tantos outros que eu vou me dedicar a fazer parte do nosso time meus parabéns pela proposta.

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    25/08/2012 12:56:04CarnafutMembro SRZD desde 20/04/2009

    TV Educativa, brincadeira!!! a LIERJ e a LIESA estão fechadas com a Globo, pois dúvido que ocorrerá esse tipo.e além do mais essa concorrência, dúvido que aconteça. vide o futebol, onde o Cade fez essa concorrência, junto com o Clube dos 13 e a Globo, com apoio da CBF, fez-se contratos entre os clubes no apagar das luzes e terminou tudo em pizza!!!! e isso que acontecerá com o carnaval, pois a plim-plim fazerá o mesmo?

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    25/08/2012 02:11:51S.GonçaloMembro SRZD desde 17/07/2011

    a PROPRIA REDE gLOBO INDUZ QUEM Ã? A CAMPEA E QUEM VAI DESCER PRO ACESSO, COM EXCLUSIVIDADE NOS DESFILES DO ESPECIAL, DEIXEM A BAND, RECORD transmitir o defile do especial tbm, pq exerce esse controle? Acho que o freixo com essa e outras propostas ira conseguir muitos votos

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