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10/07/2012 14h36

Vila Isabel entrega sinopse a seus compositores
Redação SRZD

foto: Diego MendesA escola de samba Unidos de Vila Isabel entregou a sinopse do enredo "A Vila canta o Brasil celeiro do mundo - água no feijão, que chegou mais um...", de autoria de Rosa Magalhães, do historiador Alex Varela e Martinho da Vila, aos compositores que participarão da disputa de samba-enredo da agremiação.

O tema, que será desenvolvido pela carnavalesca Rosa Magalhães, exaltará os agricultores da nossa terra em todos os âmbitos. Desde sua religiosidade, crenças, tradições festivas até sua musicalidade.

"Daqui sairá um grande samba", opinou Rosa Magalhães.

"É bom as co-irmãs tomarem cuidado. Nos dedicaremos a um dos melhores enredos do nosso Carnaval nos últimos 4 anos. E ele tem a cara da Vila! Não será brincadeira", completou o compositor Tunico Ferreira, filho de Martinho da Vila, que assim como o pai, é fiel à azul e branca.

O compositor Eduardo Katata, que há 10 anos participa das disputas de samba realizadas na escola, também não poupou elogios ao tema.

"É maravilhoso, de fato, e muito bom para o compositor. Colocaremos nossas cabecinhas para trabalhar a partir de agora e, estou seguro, em breve teremos acesso a excelentes obras", garantiu.

A sinopse foi explanada por Rosa e por Alex Varela, nesta segunda-feira, 9 de julho, e novos encontros para esclarecimentos de dúvidas também acontecerão nos dias 31 de julho e 7 de agosto, das 20h às 22h, no barracão da escola, na Cidade do Samba.

As composições deverão ser entregues no próximo dia 16 de agosto, a partir das 20h, na quadra de ensaios da azul e branca. As parcerias terão que apresentar 30 cópias da letra do samba e 2 CDs com o áudio da obra.

Confira a sinopse na íntegra:

AUTORES DO ENREDO: ROSA MAGALHÉES, ALEX VARELA E

MARTINHO DA VILA

TÍTULO DO ENREDO: A VILA CANTA O BRASIL CELEIRO DO MUNDO - "ÁGUA NO FEIJÉO, QUE CHEGOU MAIS UM..."

SINOPSE DO ENREDO

O trabalho no campo é fruto de muito suor, dedicação e amor 

pela terra, os quais permitiram que o Brasil se tornasse um destaque na

agricultura mundial, caminhando a passos largos para a condição de

principal país agrícola do planeta.

Essa dedicação às atividades rurais gera milhões de empregos e

riquezas, colaborando para a grandeza do nosso país. A prosperidade

nacional se deve aos milhões de homens, mulheres e jovens que se dedicam

ao cultivo de nosso solo fértil.

O brasileiro tem fama de ser hospitaleiro e cordial. É bem verdade

que um cafezinho já serve pra quebrar o gelo nas reuniões, pra esticar

uma conversa, na mesa, depois da refeição. E aquela visita inesperada ou

convidado de última hora, sempre é bem-vindo. Afinal de contas, onde

come um comem dois, ou sempre podemos botar "água no feijão, que

chegou mais um...". (Jorginho do Império)

A natureza generosa nos dá o feijão nosso de cada dia, o trigo do pão

também, e o milho de fubá, e o arroz, e a cebola pra temperar, o alho, e a

mandioca para fazer farinha, pra acompanhar...

"No recanto onde moro, é uma linda passarela

O carijó canta cedo, bem pertinho da janela

Eu levanto quando bate o sininho da capela.

E lá vou pro meu roçado, tendo Deus de sentinela

Tem dia que meu almoço, é um pão com mortadela,

Mas lá do meu ranchinho, a mulher e os filhinhos,

Tem franguinho na panela" (Lourenço e Lourival)

"Que vidinha simples, que vidinha boa

A bóia é sagrado frango e quiabo

Acompanhado de ovo caipira, arroz e feijão

Depois do almoço sem muito esforço

Encosto meu corpo no barracão". (João Carneiro e Capataz)

Esse mundo natural pródigo é o orgulho do país. Da terra vem a

riqueza da nação. É do solo que nasce o engrandecimento da pátria. É

dos produtos oferecidos pelos seus verdes lindos campos que conseguirá

progredir. Portanto, é das suas terras, imensas e extensas, que a providência

divina ofertou, que virá a sua transformação em celeiro agrícola da

humanidade: a maior região produtora, fornecedora e abastecedora de

alimentos do planeta terra.

E quem será o responsável por cuidar do seu solo fértil? O agricultor,

esse trabalhador extraordinário, arrojado, competente, que tem na terra o

seu precioso bem. O homem do campo terá a missão de torná-la próspera,

inseri-la no concerto das nações civilizadas, ampliando os cultivos, sem

jamais destruir a natureza, os verdejantes bosques. Dos produtos agrícolas,

virá a transformação do Planeta Faminto, num mundo de mesa farta e

sonhos possíveis.

"Enquanto uns fazem guerra

Trazendo fome e tristeza,

Minha luta é com a terra

Pra não faltar pão na mesa" (Joel Marques e Maracaí)

"Mulher, você vai gostar

To levando uns amigos pra conversar

Eles vão com uma fome que nem me contem,

E vão com uma sede de anteontem,

E vamos botar água no feijão..." (Chico Buarque)

Eis a terra sustentável por natureza, e que pode ser mais. Afinal, aqui

por estas bandas... "tudo que se planta dá". Mas com o pensamento voltado

para as necessidades dos comensais do grande banquete diário e os anseios

do planeta onde vivemos, sem afetar as possibilidades de onde viverão os

nossos filhos e netos, aproveitando com inteligência, cada palmo deste

chão. Multiplicai os alimentos, mas sem ampliar as áreas de cultivo!

"Eu tenho um coqueiro grande que só dá coquinho...

Quando eu quero um coco grande, tem que ser do coqueirinho...".

Tamanho nem sempre é documento. Precisamos aprender com o

coqueirinho, a aproveitar cada centímetro da plantação, produzindo mais,

com astúcia. Para não desgastar os solos, a solução é o plantio feito na

palha de culturas anteriores!

Várias etnias se agregaram às três raças formadoras da nação

- o branco, o negro e o índio - para formar a nossa tradição agrícola.

Imigrantes, como os alemães, os japoneses, e os italianos, e outros em

menores grupos, se dedicaram igualmente à agricultura.

Assim como a agricultura, a música do campo é a origem do Brasil.

"moda bem tocada é aquela que desperta em nós uma saudade que

agente nem sabe do quê...".

O som da viola canta a música do campo e conta a história daqueles

que vivem da terra, que lutam, que prosperam e fazem o país crescer.

A moda de viola trás a saudade dos tempos de outrora, mostra a vida

cantada em versos simples e retrata a obra magnífica do homem do campo,

do agricultor que com afinco, dedicação e conhecimento transforma a terra

em riqueza.

Segundo Câmara Cascudo, "somos filhos de raças cantadeiras e

dançarinas", o que ajudou na estruturação da música do campo.

O violeiro é aquele que por instinto lê os sinais da natureza e os

interpretam. Tem na sentimentalidade a bússola com que se orienta no

mundo. É um artista que, nas asas da tradição, canta querências e saberes

poetizados.

"passo por cima das nuve

Esbarrando no trovão

Danço no meio da chuva

Bem no meio do clarão..." (Lourival dos Santos e Priminho)

A primeira fábrica de viola nasceu na fazenda Córrego da Figueira,

em Campo Triste, fábrica de viola da marca Xadrez.

"Na Fazenda Figueira

O Dego e o seu irmão

Entraro na mata virge

A procura de madera

Pra fazê uma viola

E já fizero a primeira" (Antonio Paulino)

"Esta viola vermelha

Cor de bandeira de guerra

Cor de sangue de caboclo

Cor de poeira da terra". (Tião Carreiro e Jesus Belmiro)

"O som da viola bateu

No meu peito doeu meu irmão

Assim eu me fiz contador

Sem nenhum professor". (Peão Carreiro e Zé Paulo)

"Ai, a viola me conhece

Que eu não posso cantá só

Se eu sozinho canto bem

Em junto canto mió" (Carreirinho)

"Minha viola

Ta chorando com razão

Por causa duma marvada

Que roubou meu coração". (Noel Rosa)

O mundo da música é o da alma humana, e esta, na cidade ou no

campo, não tem limite. A poesia se entrelaça com as paisagens, e as

paisagens com os sentimentos.

 

"O rio Piracicaba vai jogar água pra fora

Quando chegar a água

Dos olhos de alguém que chora

Pertinho da minha casa

Já formou uma lagoa

Com lágrimas dos meus olhos,

Por causa de uma pessoa". (Lourival dos Santos, Tião Carreiro, e

Piraci)

"Eu fiz promessa

Pra que Deus mandasse chuva

Pra crescer a plantação".

O povo recorre a promessas quando a chuva não vem. Neste caso, a

promessa foi paga com três pingos...

"Um, foi o pingo da chuva,

Dois caiu do meu oiá". (Raul Torres e João Pacífico)

Até os santos ficam de castigo, sendo trocados de Igreja, talvez pra

prestarem mais atenção pros problemas do campo.

"São José de Porcelana foi morar

Na matriz da Imaculada Conceição

A Conceição, incomodada,

Vai ouvir nossa oração

Nos livrar da seca, da enxurrada

Da estação ruim.

Barromeu pedra sabão vai pro altar

Pertence a estrela mãe de Nazaré

A Nazaré vai de jumento

Pro mosteiro de São João

E o evangelista, pra basílica de S. José

Se a vida mesmo assim não melhorar

Santo que quiser voltar pra casa

Só se for a pé". (Chico Buarque)

Os animais e as plantas também são assuntos recorrentes das modas

de viola.

"Canta, canta Bem-te-vi

Pra mim ouvir

Canta, canta sabiá

Pra me consolar" (Alvarenga e Ranchinho)

"Quero ouvir a siriema

Cantar por ti, Iracema

No nosso jardim em flor". (Mario Zan)

"Comprei um casco chapeado

Uma baldrana macia

Um colchonilho dos brancos

Pra minha besta rosia

Um peitoral de argolinha

E uma estrela que bria

Fui dá uma passeio em Tupã

Só pra vê o que acontecia". (Anacleto Rosas Júnior e Arlindo Pinto)

A música do homem do campo tomou grande impulso de divulgação

nos anos vinte do século passado, graças as primeiras gravações. Hoje, a

música é divulgadíssima. São realizados grandes shows. Os temas também

evoluem, as técnicas de plantação também se sofisticam, mas a alma que os

embala é a mesma, a alma caipira e brasileira.

"Baile na roça, meu bem, se dança assim,

Pego na cintura dela e ela tarraca em mim

E o sanfoneiro toca, toca alegria,

Vamo, vamo minha gente até o clarear do dia

Dança, dança com a morena, dança, dança, com a loirinha,

Começa o baile na tuia e termina na cozinha.

Viva o baile da roça, viva a noite de S. João

E o povo brasileiro conservando a tradição". (Tunico e Tinoco)

Hoje, o samba, homenageia o agricultor! Os sambistas celebram e

eternizam esse personagem de real valor! A viola se junta aos pandeiros,

chocalhos e surdos de primeira, para unir a cultura do sambista com a

do homem do campo, numa grande festa de celebração da colheita. E,

neste palco iluminado, por confetes e serpentinas, a Vila de Noel e de

Martinho vem homenagear essa figura notória, original e bem brasileira: o

agricultor. Ele merece o nosso respeito!!! É o agricultor brasileiro ajudando

a alimentar o mundo!!!

Autores do Enredo: Rosa Magalhães (Carnavalesca), Alex

Varela (historiador) & Martinho da Vila.

Leia também:

- 'Temos um enredo de grande alcance', diz mestre Paulinho

- Veja imagens da explanação do enredo da Vila



Comentários
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    11/07/2012 10:33:16Almir da Silva LimaMembro SRZD desde 11/10/2011

    Atribuo uma nota 9,0 para esta sinopse redigida sob as responsabilidades do historiador Alex Varela, do ícone de sambista e compositor-cantor da MPB Martinho da Vila assim como da grande carnavalesca Rosa Magalhães. Faço especificamente coro ao assumido vilaisabelense que declarou-se meio decepcionado. Em 1º lugar, já no primeiro parágrafo o texto comete o equívoco do ufanismo: "No cenário da agricultura mundial o Brasil é destaque, caminhando a passos largos para tornar-se o principal país agrícola do Planeta (sic)". Isto é inceitável. Afinal um dos responsáveis pelo texto é historiador. Em 2º lugar, ainda que a patrocinadora do enredo seja uma multinacional (BASF) não dá para o texto ficar sem deixar claro a diferença entre produtor rural (agricultor, empresário, patrão) e trabalhador rural (camponês). Em 3º lugar, um dos compositores da agremiação e um filhos do ícone Martinho da Vila, Tunico Ferreira, ao exibir esta arrogância "as coirmãs devem tomar cuidado" referindo à hipotética excelência do samba, perdeu uma boa oportunidade de ficar calado. Isso, por último, não significa, conforme corretamente já foi dito por outros, que não se deva esperar da tradicional e atualmente competitiva Unidos de Vila Isabel um grande enredo, um grande samba enfim um grande desfile como um todo. Saudações carnavalescas, Almir portelense de Macaé.

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    11/07/2012 09:24:31Jonny B. GoodmanMembro SRZD desde 14/10/2010

    Ã? começou a corrida em que o vencedor já é conhecido...!!!! Como sempre vai dar a tropa do André Diniz, Bocão etc...etc...etc... Já fazem 11 anos....nos vemos na final.

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    11/07/2012 08:31:13odenir silva macedoMembro SRZD desde 22/07/2011

    Não podemos esquecer que se trata de Rosa Magalhães, que este ano nos brindou com um desfile maravilhoso, simples e emocionante sobre Angola, acredito que esta homenagem ao homem do campo, seguirá esta mesma linha, primando pela simplicidade e emoção, e por ser tratar de Vila Isabel com sua comunidade aguerrida, é forte candidata ao título, mesmo que a sinopse tenha deixado a desejar, como pode alguem dizer que ela (Rosa) errou a mão, até o desfile tem muita "água pra ser colocada neste feijão" Que Prepotência Sr. Renio...

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    10/07/2012 22:31:56Leandro BarrosMembro SRZD desde 20/07/2009

    (CONT.) mas que renderam sambas magistrais e desfiles espetaculares. Nesse momento, tudo vai depender da capacidade dos poetas da casa em reverterem um texto com alguns equívocos num grande samba, pois ele sim ditará o futuro do enredo. Que as reuniões entre carnavalesca e compositores sejam profícuas. Sempre confiarei e esperarei pelo melhor. Abs.

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    10/07/2012 22:31:14Leandro BarrosMembro SRZD desde 20/07/2009

    Como vialisabelense, me sinto à vontade para criticar ou elogiar quando preciso, sendo mais lógico e menos passional, sempre na intenção que nossa Escola apresente o melhor dentro das suas potencialidades. E esta sinopse, infelizmente, ao meu ver ficou um pouco abaixo do esperado (até em função do gabarito da autora, que é uma mestra e sempre nos faz esperar coisas maravilhosas devido à sua genialidade), ainda que não seja o desastre que alguns "arautos virtuais do apocalipse" nos seus exageros hiperbólicos, teimem em nos fazer acreditar a todo custo. O que ocorre é que o desenvolvimento focou demais apenas na agricultura e sua prática, de maneira repetitiva. Ainda que este seja um setor fundamental para a compreensão do contexto do enredo, ou seja, mostrar o cultivo de nossa terra que produz a riqueza que alimenta o país, seria bem mais interessante abordar o protagonista agricultor / homem do campo / senhor da terra um pouco menos pela obrigatória citação da relação trabalho-campo e mais pela sua cultura, que é regionalizada, riquíssima, plural, bucólica e colorida, mostrando seu modo de vida tão particular, um jeito de ser próprio repleto de sotaques, manifestações culturais, festas, culinária, música, religiosidade e fé. E isto foi visto apenas por alto na parte que cita a moda de viola e a religião. Muito pouco diante das potencialidades do tema original. Que as críticas (construtivas) sejam avaliadas com sobriedade pela nossa diretoria, que sei acessar este site. Muita coisa pode ser revista ou acrescida até a elaboração dos setores do desfile, sem prejuízo ao carnaval vindouro. Confio no trabalho da mestra Rosa, sei que suas sinopses são sempre nesta linha, mas sóbrias e descritivas, e nem sempre traduzem a grandeza da produção de seus carnavais. Vide "Mais vale um jegue que me carregue(...)" e "Semba de Lá que eu Sambo de Cá", enredos que tiveram sinopses consideradas "chatas" e "pouco carnavalescas", mas que rendera

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    10/07/2012 20:02:27Leonardo RochaMembro SRZD desde 18/06/2009

    Não esperava muito da sinopse, que foi fraquíssima por sinal. As sinopses da Rosa não me agradam muito, pois são extremamente diretas e descritivas. Mas ajudam a criar bons sambas, o que deve acontecer este ano novamente. Agora, deu pra ver que será um grande enredo, emocionante, belíssimo. Mas, como já disse, a sinopse em si não tem nada demais.

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    10/07/2012 18:56:46VerdeRosaFTMembro SRZD desde 08/04/2012

    Vou ser sincero. Sou um grande amante de carnaval - acima de tudo - como já disse. E tenho um grande apreço especial pela a escola da Zona Norte e por este enredo, o meu favorito para o carnaval 2013. Vou dizer que me decepcionei um pouco. Não é a melhor sinopse, mas também não é a pior. No início, achei que só tinha comida e no final, achei que só tinha viola. Mas como o presidente disse, acredito que será uma grande homenagem ao homem do canto, e não pode falar comida, nem viola, nem mais água no feijão! E como disse o culega abaixo, Pablo Motta, uma demostração de como conseguir patrocínio com algo bom e competente. Também senti falta de uma coisa poética da Rosa, mas não posso cobrar isso, é o meu gosto pessoal, um pouco de função poética, acho que cai muito bem em sinopses. Mas como já disse, acho que veremos um SHOW de desfile, assim como o de 2012. E como também já disse, invistam mais na parte plástica da escola - principalmente em alegorias, aonde perdeu três décimos preciosos - com o auxílio deste patrocínio. Boa sorte a Rosa, a equipe e toda escola! Espero(amos) um grande samba, um grande carnaval e um grande desfile. A Vila vem pra competir pelo título, sem sombra de dúvida! VerdeRosaFT

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    10/07/2012 16:35:15RenioMembro SRZD desde 07/04/2009

    Pablo vc deve ter lido soutra sinopse............vc pode torcer pela escolar,,,,,,,mais dizer que é um bom enredo........é tão ruim quantos a maioria dos outros já apresentados............enrolou, enrolou para falar de uma coisa já tão batida no carnaval.............mais enfim sorte a vila,,,,,,,,,,,,,,pra mim a rosa errou feio.............

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    10/07/2012 16:01:37Pablo MottaMembro SRZD desde 14/07/2009

    Um show de como conseguir um patrocínio e mostrar algo bom e competente. Tem tudo para ser a campeã de 2013.

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