SRZD


01/02/2013 14h40

'Olhar do jurado': Enredo
Redação SRZD

Chegando na metade da série, o SRZD-Carnaval, através do "Olhar do jurado" mostra como é avaliado e montado um enredo de escola de samba. 

Já passaram pela série o coreógrafo Alex Neoral, os diretores de Carnaval Dudu Azevedo e Ricardo Fernandes, além do primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da Vila Isabel, Julinho e Ruth. 

Agora é a vez de Fábio Ricardo, carnavalesco da São Clemente. Confira!  

Manual do julgador (oficial):
"Para conceder notas de 9,0 à 10,0 pontos, julgador deverá considerar:

O argumento ou tema, ou seja, a ideia básica apresentada pela escola e o desenvolvimento teórico do tema proposto; a sua adaptação, ou seja, a capacidade de compreensão do enredo a partir da associação entre o tema proposto e o seu desenvolvimento apresentado na Avenida através das fantasias, alegorias e outros elementos plástico-visuais; a apresentação sequencial das diversas partes (alas, alegorias, fantasias e etc.) que irá possibilitar o entendimento do tema proposto, de acordo com o roteiro previamente fornecido pela escola (Livro Abre-Alas); e a criatividade.

Penalizar a troca de ordem e/ou a presença, em desfile, de alegorias ou alas que estejam em desacordo com o roteiro fornecido pela escola; a falta de alegorias ou alas que estejam previstas no roteiro fornecido pela escola.

Não levar em consideração a brasilidade do enredo, ou seja, se a escola, porventura, não apresentar enredo baseado em tema exclusivamente nacional; e a inclusão de qualquer tipo de merchandising em enredos."

Imagens: SRZD - Gabriel Matturo

Edição: SRZD - Gabriel Matturo

Acompanhe a série:

- 'Olhar do jurado': Casal de Mestre-sala e Porta-bandeira

- 'Olhar do jurado': Alegorias & Adereços

- 'Olhar do jurado': Harmonia

- 'Olhar do jurado': Comissão de frente



Comentários
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    05/02/2013 17:06:44João PauloMembro SRZD desde 27/06/2011

    E pra encerrar meu comentário aqui embaixo... Vou aqui usar um diálogo que uma vez ouvi de uma tia minha, Da Luz, e uma prima, Aparecida, o que elas falaram podem não estar completamente descrito como elas falaram, porém o sentido é o mesmo, o assunto em questão se trata de uma cagada (segundo Da Luz) literalmente que seu filho foi dar no mato, vejamos a conversa que começa com a fala de minha tia: â??Fernando foi pro mato hoje cagar mulher e não tinha papel higiênico aqui em casa, esqueci de comprar na feira que fiz no Domingo, ele usou a criatividade e limpou o c.ú. com uns pauzinhos de árvore que tinha lá por onde ele cagouâ?, minha prima, culta que só ela, retrucou: â??não vejo nada de criativo nisso, como não tinha papel higiênico ele teve que utilizar outro meio de limpeza para a ação que ele tinha acabo de realizarâ?, e Da Luz não contente lhe respondeu: â??pra tu pode não ser criativo, mas pra mim é simâ?. Será que essa ilustração que fiz deixa pelo menos um pouquinho claro como se dá essa tal de criatividade? Espero que sim.

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    05/02/2013 17:02:02João PauloMembro SRZD desde 27/06/2011

    Se tem um quesito que eu detenho certo domínio de entendimento é esse tal de enredo. Não que eu seja um expert no assunto, nem quero e nem procuro ser, apenas tenho uma facilidade teórica e prática quando se trata de enredo. O Manual do Julgador da LIESA sobre enredo aqui apresentado na matéria é em minha humilde concepção bem elaborado e claro, ops! Não totalmente claro em um determinado ponto, aliás, apenas em uma determinada palavra, e qual? Essa tal de criatividade, e por quê? Por que criatividade é algo subjetivo, ou seja, varia de pessoa para pessoa. Criatividade pode estar ligada para diferentes ou iguais pessoas com originalidade, ineditismo, ousadia, fuga da zona de conforto, só pra citar alguns exemplos, apesar de se ter certo entendimento teórico sobre criatividade, mesmo assim ela continua sendo subjetiva, e por isso que a mesma não deve estar definida no Manual do Julgador disponibilizado e estabelecido pela LIESA, entretanto, o (a) julgador (a) deve usar argumentos sólidos quando tocar em algum momento em criatividade e de sua explicação do porque daquela nota dada a tal escola por apresentar ou não a falta de criatividade.

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    05/02/2013 17:01:43João PauloMembro SRZD desde 27/06/2011

    Se tem um quesito que eu detenho certo domínio de entendimento é esse tal de enredo. Não que eu seja um expert no assunto, nem quero e nem procuro ser, apenas tenho uma facilidade teórica e prática quando se trata de enredo. O Manual do Julgador da LIESA sobre enredo aqui apresentado na matéria é em minha humilde concepção bem elaborado e claro, ops! Não totalmente claro em um determinado ponto, aliás, apenas em uma determinada palavra, e qual? Essa tal de criatividade, e por quê? Por que criatividade é algo subjetivo, ou seja, varia de pessoa para pessoa. Criatividade pode estar ligada para diferentes ou iguais pessoas com originalidade, ineditismo, ousadia, fuga da zona de conforto, só pra citar alguns exemplos, apesar de se ter certo entendimento teórico sobre criatividade, mesmo assim ela continua sendo subjetiva, e por isso que a mesma não deve estar definida no Manual do Julgador disponibilizado e estabelecido pela LIESA, entretanto, o (a) julgador (a) deve usar argumentos sólidos quando tocar em algum momento em criatividade e de sua explicação do porque daquela nota dada a tal escola por apresentar ou não a falta de criatividade.

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    04/02/2013 09:37:48S.GonçaloMembro SRZD desde 17/07/2011

    Olha pra mim falar sobre um cavalo é pior que falar sobre o leite e derivados. Se você falar para alguém não muito ligado em carnval que a Beija-Flor tem esse tema ãs pessoas de cara começam a rir. E se vai meter a epóca do Império no meio, fla logo do Império então, [email protected]#$%&.

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    04/02/2013 02:50:53luiz claudio jaimeMembro SRZD desde 04/11/2011

    OS MELHORES ENREDO SÃ?O DA PORTELA E DA VILA ISABEL

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    04/02/2013 02:48:35luiz claudio jaimeMembro SRZD desde 04/11/2011

    OS CARROS DA BEIJA FLOR TODO ANO SÃ?O OS MESMO SO MUDA AS FIGURAS PRESTE ATENÃ?Ã?O NESSES DETALHES

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    04/02/2013 02:34:40luiz claudio jaimeMembro SRZD desde 04/11/2011

    VCS QUE AQUI ESCREVE PODE ME DIZER QUEM TEM O MELHOR ENREDO POR FAVOR NÃ?O ME VENHA FALAR DE CAVALO E NEM DE PETROLEO POR FAVOR ISSO NÃ?O Ã? ENREDO PRA UMA ESCOLA DE SAMBA

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    04/02/2013 01:50:53PedroMembro SRZD desde 26/01/2012

    Ã? por isso que tem gente lá de Ramos (da Gloriosa Imperatriz) que diz que eu sou um chato. Que culpa tenho eu de gostar de pesquisar, estudar e averiguar o que vou dizer antes de sair falando o que quer? Mas entendo que haja um tipo de gente que não gosta de pesquisar antes de falar as coisas... são os super-prepotentes, arrogantes e,cá pra nós, preguiçosos (pra não dizer ignorantes). Pá essa gente eu posso compreender que eu pareço um chato mesmo, não estão acostumados com estudos pesquisas etc... uma pena....

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    04/02/2013 01:46:04PedroMembro SRZD desde 26/01/2012

    Bem a Porto da Pedra fêz uma escolha e devia saber os riscos que iria correr. Por outro lado achei o desfile muito monótono, meio arrasta pé (opinião minha) . No caso da Beija-Flor (eu não torço pela Beija) o caso é diferente. O Mangalarga Marchador não é um subproduto do cavalo, ele Ã? UM CAVALO (um cruzamento que deu origem a ele realizado aqui mesmo no Brasil no tempo do império. E, se não me falha a memória, o enredo da Escola é "Amigo Fiel - Do Cavalo do Amanhecer ao Mangalarga Marchador". Deu pra entender?

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    04/02/2013 01:41:08PedroMembro SRZD desde 26/01/2012

    Desculpe S. Gonçalo mas vou ser obrigado a discordar de você. Pela sinopse e pela justificativa da própria Porto da Pedra, o tema principal era mesmo o iogurte. Claro que é um subproduto do leite, porém, 80% do desfile falou do leite e só no finalzinho o iogurte deu as caras. Então porque não fêz logo do leite o seu tema principal e aí falaria de todos os seus subprodutos? Mas é que entrou o patrocínio entendeu?

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    03/02/2013 17:40:57S.GonçaloMembro SRZD desde 17/07/2011

    PEDRO, VOCÃ? ACABOU DE CONCORDAR COM TUDO QUE FALEI. O ENREDO DA PORTO ERA SOBRE O LEITE MESMO ATÃ? NO NOME, SENDO IOGURTE UM DE SEUS DERIVADOS, MAS OS JURADOS FIZERAM OUTRO JULGAMENTO FUGINDO AO REGULAMENTO, Ã? CLARO QUE SABEMOS QUE ANTES DO CARNAVAL EXISTE TODA UMA NEGOCIAÃ?Ã?O ENTRE A LIESA, JURADOS E PREFEITURA DO RIO, AI JÁ SE DEFINE MUITA COISA. O DESFILE SÃ? VAI MUDAR A NEGOCIAÃ?Ã?O PRÃ?-FOLIA SE HOUVER UM DESASTRE, ALGO MUITO ERRADO, SENÃ?O O ACERTADO PELA LIESA, PATRONOS DE ESCOLAS QUE MANDAM, PREFEITURA DA CIDADE DO RIO E JURADOS Ã? O QUE VAI VALER, ISSO BEM ANTES DO CARNAVAL, NÃ?O SE ILUDA, PAPAI NOEL NÃ?O EXISTE, MEU CARO....

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    03/02/2013 12:16:41Duquesa Dholores: a nobresa da favela em pessoa!Membro SRZD desde 18/10/2010

    Mas nem mermo PB conseguiu se livrar dessa epidemia piniqueira espalhada no mundo do samba pela divindade mutreteira. Foi ela quem consagrou essa fórmula mercenária de fazer canrnaval pra pagar os altos custos de seus carnavais trambolhentos tão defendidos por muitos como " o supra-sumo da padronagem ornizacional no mundo do samba" E o samba sambou... sambou porque o quesito enredo ficou bastante prejudicado. Os carnavalescos viraram refém do din din comercial tendo que defender produtos (são apenas produtos) como leite, empresas telefônicas, além dos poupudos CEPs, e por fim, pasmem os senhores, até o reino animal resolveu dá o ar de sua graça financiando o mais hilário enredos já concebido na era do sambódro. Nesses tempos piniqueiros, dificilmente veremso mentes audaciosas livres para criar. E mermo os carnavalescos que trabalham em escolas que lhe dão liberdade para escolher enredos autorais, será muito raro ver algum enredo diferente dos convencionais vistos na Sapucaí. Ã? muito brilho, muita sobreposição de material, muita grandiosidade pra tentar justifcar por fora aquilo que não existe na essencia da metéria... cultura criativa. Não sei se veremos algum gênio jovem romper com essa mequetrefação fuderosa e carniceira lindamente decorada que tomou conta das escolas e parece ser uma verdade absoluta. De absoluto mermo só resta a saudade de tempos em que os carnavalescos, jovens e veteranos, tinham liberdade para criar, e mermo quando erravam nessa busca gloriosa, nós corria o risco de ver coisas maravilhos seduzindo nossos cristalinos. Saudades... e não não venero saudosismo, é que o que é bom fica registrada na memória e o povo pede sempre bis. Quem não gosta de dá mais uma, né? Ã? prazeroso assim...

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    03/02/2013 12:01:56Duquesa Dholores: a nobresa da favela em pessoa!Membro SRZD desde 18/10/2010

    Por favor... se tiver vida inteligente ai do outro lado da tela posso pra dialogar com eu sobre esse assunto que é a raiz de um desfile. O enredo é o cerne de tudo. Através desse quesito uma escola pode se consagrar ou se lascar chorando pelo leite derramado na quarta de cinzas (Porto que o diga, né?). Enredo é o centro de tudo. Dele deriva o samba, que é de enredo, deriva também alegorias, fantasias, comissão de frente... no mínimo vc tem 5 quesitos ligados diretamente ao enredo. Uma escola pode se consagrar na avenida quando seu carnavalesco tem um pensamento fértil, voa longe, é ousado, não tem medo de inovar e buscar novas soluções para tornar o desfile mais atrativo. Fernando Pinto foi o mais audacioso carnavalesco que já conheci. O cara era fuderosamente vanguardista, ao mermo tempo que seu olhar conduzia uma escola ao futuro, se utilizava de elementos do cotidiano brasileiro pra configurar suas maluquices criativas. Ziriguindum 2001 e tupinicópolis são dois enredos dessa estirpe. J30 também era ousado. Não tinha um perfil definido enquanto carnavalesco. Sua preocupação era mostrar a sociedade brasileira, sua configuração etnica e suas mazelas. Fez a BF virar antológica com os ratos e urubus (hoje só restou a carniça desses ratos comidos pelos urubus). Ao final da década de 90 iniciamos uma era de decadênca no quesito enredo. Foram muitas repetições de enredos já desenvolvidos e tudo por causa da pinicaria. A pinicaria engessou nossa festa. Até que finalmente o salvador surgiu. Quebrou o gelo com enredos autorais audaciosos e pobres na estética, mais perfeitamente cuerente ao que se proponha apresentar. Tou falando de Paulinho Barros, que apesar de algumas cagadas fora do pinico, conseguiu divertir, prender a atenção púbrico com carnavais fora do padrão convencional tradicionalista que além de cansativo, acabou virando uma verdadeira industria marqueteira.

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    02/02/2013 20:35:33PedroMembro SRZD desde 26/01/2012

    Ahhh quer dizer que eu é quem sou o chato? Esse sujeito da Imperatriz fala um monte de m... eu dou conselho pra ele pesquisar e aí não gosta. Ahhh para com isso "véio" vai te catar e aproveita e cata também coquinho na praia, de preferência uma bem distante daqui. O Outro de S. Gonçalo não se conforma de ter caído com aquele enredo que teve um desenvolvimento sofrível (opinião geral). Por que não colocou o título do enredo sobre o leite? Talves tivesse se dado melhor um pouquinho... Ahhh não precisa explicar, eu já $ei bem porque. Vão estudar, pesquisar, ler o regulamento e se inteirar das coisas antes de vomitar besteira por aqui...Deu...

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    02/02/2013 16:22:35Bruno ImperatrizMembro SRZD desde 07/07/2011

    Esse Pedro é um Saco do Caramba véio ... vai sair procurar uma mulher.

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