SRZD


16/07/2013 17h39

Escolas da Série A não usarão tripés em 2014. Entenda!
Luana Freitas

As escolas da Série A não poderão mais levar tripés para a Sapucaí.

A nova norma será incluída no regulamento e já será válida para o Carnaval 2014. Em conversa com o SRZD-Carnaval, o presidente da Lierj, Déo Pessoa, esclareceu a determinação e o motivo da decisão.

Segundo Déo, os tripés não poderão ser usados nem na comissão de frente. Porém, elementos cenográficos com rodinhas, por exemplo, estão liberados.

Déo Pessoa. Foto: Diego Mendes

"Existe dificuldade de transportar para a Avenida. Quando as escolas estiverem em seus barracões, com estrutura, uma nova Cidade do Samba, podemos voltar com os tripés", disse.

De acordo com o presidente, o corte dos tripés tem como objetivo não causar risco para o espetáculo, assim como o operacional de ida e volta do desfile. Além disso, ele destacou que ajudará na redução dos gastos das agremiações, que poderão investir mais em fantasias ou até mesmo nas próprias alegorias.

Déo destacou que todas as escolas da Série A foram a favor da decisão, sem objeções.



Comentários
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    21/07/2013 02:20:55celio pacheco valMembro SRZD desde 08/05/2009

    o carnaval esta cada dia pior por causa destas pessoas que querem determinar tudo; deixem que cada escola determine se é viável ou não levar tripés para a avenida, se é viável ou não sair com mil, duas mil ou três mil componentes etc etc etc; se a escola "dele" não tem condições econômicas para trazer tripés, problema é da escola; o mesmo vale para os CARNAVALESCOS: PAREM DE DAR PALPITE NOS SAMBAS, DEIXEM QUE AS PARCERIAS ESCREVAM AQUILO QUE ELAS ACHAREM O QUE Ã? CORRETO PARA ELAS E QUE ACREDITEM ESTAR DENTRO DO ENREDO.

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    20/07/2013 22:00:42tetéco da viradouroMembro SRZD desde 06/02/2010

    Concordo em retirar os gigantescos tri-pés das comissões de frente. O inicio das escolas já estavam ficando poluídos de mais e quase (as vezes nunca) se via o abre-alas e o casal de mestre sala e porta bandeira que geralmente vinham logo atras das comissões. Os elementos cênicos com rodinhas são permitidos, mais apenas para ajudar (não acho tão necessário assim.) Mias vejamos por outro lado, para que um "trambolho" gigantesco no inicio da escola? Império da Tijuca e Viradouro (atuais campeã e vice da série A) fizeram desfiles lindos levando pequenos elementos cênicos q não atrapalharam e só engrandeceram seus desfiles.Diferente da Estácio e do Império Serrano; a primeira foi gigantesca e atrapalhou o andamento da escola que acabou estourando tempo devido a demora na apresentação e a outra o tri-pé causou um grande problema e nem se quer entrou para o desfile deixando os componentes da comissão a ver navios e perdidos num redemoinho literalmente. Então acho justo retirar esse tri-pés q ao invés de ajudar só vem atrapalhando as apresentações. Seria interessante se as comissões voltassem a ser tradicionais como eram antigamente, as surpresas eram (ou partiam) dos próprios bailarinos e seu esplendores gigantescos que dava ainda mais luxo ao espetáculo.

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    20/07/2013 15:19:13Bruno ImperatrizMembro SRZD desde 07/07/2011

    Graças a Deussssssssssssssssssssss...o fim desses caixotes nas Comissões de Frente...agora só falta acabar no Especial.

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    19/07/2013 10:49:02Diego AbreuMembro SRZD desde 05/02/2012

    Quando falamos de comissão de frente, devemos ter a compreensão que esse quesito antes somente formalizado a apresentar a escola, trazendo em linha de frente os baluartes do samba se perdeu no decorrer dos anos com o chamado avanço tecnológico da máquina carnavalesca. Errado ou certo, essa mudança trouxe novos conceitos e novas formas de apresentar o enredo, trazendo para a comissão de frente o peso de representar parte do enredo que pontua, que é muitas vezes critério de desempate e até mesmo pode ser o determinante pro título. O impacto começa ali, na comissão de frente. Extinguir o elemento cênico pode favorecer escolas que não tem recursos para montar um carnaval impactante e por isso haja uma visual diferença mas, para escolas tradicionais, esse elemento fortalece o enredo, enaltece o trabalho do coreografo, isto quando o elemento cênico é usado em dose correta, faz-se necessário a liberdade também no carnaval. Posso dizer isso pois sou dançarino de comissão de frente, entendo as dificuldades enfrentadas pelas escolas da série A, problemas estes que não se resumem ao tripé diretamente. Porém, inibi-se o fato de usarem mas, ascendidas ao especial elas TEM que usar o elemento porque o universo do grupo especial pede, obriga e intimida, e vamos ser claros, a série serve também como adaptador de pequenas escolas que vem crescendo e se adaptando ao show ''principal''. Já ouvi que os coreógrafos terão que se desdobrar para criar coreografias complexas, com mais movimentos, acredito que eles não irão ter trabalho, eles são capazes, tem isso aliado a eles, eles são coreógrafos, portanto sabem o que fazem e se estão ali é porque entendem o desafio. Tolir esse direito com alegações de falta de condições é errado, deve-se respeitar o direito de criação, afinal o público quer espetáculo e para vê-lo é preciso equiparar essas escolas com o grupo especial e deixar que a série A seja apenas um sombra ou degrau para o grupo Esp

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    18/07/2013 22:19:44Rodrigo da Costa CoutinhoMembro SRZD desde 02/12/2009

    Gostaria de saber o que a LIERJ vem fazendo para COOPERAR com as escolas que estão com seus carros LARGADOS lá no meio de um terreno, na Avenida Brasil? Gostaria de saber também o que a minha Unidos do Viradouro vem fazendo para solucionar esse problema? O carnaval para quem quer ser campeão COMEÃ?OU no dia seguinte ao término do carnaval que terminou. Espero que a minha escola esteja apenas com o tradicional problema de FALTA DE COMUNICAÃ?Ã?O com seus torcedores e simpatizantes. Eu tento não abandonar minha escola... mas INFELIZMENTE ela não faz força alguma para me manter fiel. Não digo isso por mim. Tenho ABSOLUTA CERTEZA que isso acontece com muitos outros torcedores da MINHA e também de OUTRAS escolas. Uma pena. AGUARDO RESPOSTAS!

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    17/07/2013 10:21:41Hélio Ricardo RainhoMembro SRZD desde 26/01/2010

    De minha parte, considero uma grande vitória essa eliinação dos tripés nas comissões de frente. Pelo menos ali. Já estava ficando confuso, feio e poluído assistir a um desfile com tantas engenhocas sobre rodas tapando a visão do carro abre-alas. Fora que comissão de frente não pede alegoria gigante interagindo...isso é outro recurso que descaracvteriza e cansa, também. Enfim, liberdade para as comissões de frente, sem os exegros que as estavam descaracterizando.

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    16/07/2013 23:13:59Sérgio SantosMembro SRZD desde 16/07/2013

    Tb nao gosto dos tripés, acho que estao ali por estar, estao cada vez maiores e atrapalham o abre alas e mp e pb. Um exemplo era o da Unidos da tijuca que alem de feio nao tinha propósito nenhum. Acho que os tripés limitam um pouco a criatividade sem tripés vimos excelentes cf como as da imperatriz na decada de 90, da BF em 2001, etc... se primava pela criatividade e pela inovação, atualmente se pões um tripé enorme mostrengo e ta bom, ja é a comissão de frente.

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    16/07/2013 19:15:52VerdeRosaFTMembro SRZD desde 08/04/2012

    Acho a proibição dos tripes uma coisa totalmente desnecessária e até prejudicial as escolas. Têm agremiações com capacidades para levar para avenida 4 alegorias e 1, 2 tripés. Isso tinha que ficar a escolha de sua diretoria, não ser uma regra. Atrapalha e muito, principalmente, o desenvolvimento de uma Comissão de Frente, que muitas vezes precisam de um elemento maior de apoio para fazer uma coreografia melhor elaborada. Por exemplo, o tripé da Rocinha, que davam uma base para coreografia e eram utilizados para trazerem surpresas na comissão de frente tão elogiada. Além do que, não vejo nenhum problema na trajetória de mais 1 ou 2 tripés por escola até a avenida, já que é um elemento cenográfico com medidas pequenas, sem precisar fazer grandes manobras e, obviamente, sem ocupar grandes espaços. O que deveria ser imposto é a não preferência e beneficiamento às escolas com tripés no desfile gerais e principalmente nas comissões de frente, ou, no máximo, deveria ser imposto um tamanho máximo para esses tripés. E o que o grande presidente da LIERJ, Déo Pessoa, denomina como elementos cenográficos com rodinhas? Alguns tripés também são considerados elementos cenográficos e podem vir com rodinhas... VerdeRosaFT olé

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