SRZD


08/01/2014 08h22

'Sempre fui Mocidade, desde criança', revela Gabriel Teixeira
Luciano Olivieri e Tatiana Perrota

Gabriel Teixeira Foto: Tatiana Perrota

Gabriel Teixeira é um dos compositores do samba da Mocidade Independente de Padre Miguel para 2014, quando a escola levará para a Avenida o enredo "Pernambucópolis".

O jovem sambista, que toca cavaquinho, compõe e canta conversou com o SRZD-Carnaval e contou detalhes de sua história e de sua chegada a verde e branco de Padre Miguel.

"Cheguei na Mocidade desfilando nas alas de comunidade por volta de 2008. Sempre fui Mocidade desde criança, apesar de ter nascido em uma família Mangueirense. Isso é uma coisa sem explicação", afirmou.

Gabriel revela que conheceu as pessoas certas na hora certa e assim começou a se envolver ainda mais com sua escola do coração.

"Já era músico, fazia samba para bloco,  e aí comecei a fazer sambas para a Mocidade. Acabei sendo campeão em 2012 e agora em 2014", disse Gabriel.

Assista a entrevista na íntegra! 

Veja também:

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Comentários
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    12/01/2014 17:19:13rafael pereira de souzaMembro SRZD desde 11/01/2014

    Oi Majestade, que bom que seres de boa índole e bom senso possam participar de fóruns de debates sobre o carnaval e comentem coisas construtivas. Acho que a Internet possibilitou todos nós a manifestar posicionamentos e descobrir coisas que a "Grande Imprensa" (leia-se Globo)ignora. Mas, sem ofensas ou coisas de torcedores fanáticos. Viva a boa, a velha e a suada Democracia, algo que muitos Brasileiros desconhecem por completo. Duquesa, mete bronca e estaremos esperando bons e valiosos comentários!!!!

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    12/01/2014 01:06:52Duquesa Dholores: sou do morro e da nobresaMembro SRZD desde 18/10/2010

    Valeu, Rafa... faço o que posso, né?!

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    11/01/2014 18:09:31rafael pereira de souzaMembro SRZD desde 11/01/2014

    Oi Eco, deixa a nobreza do samba falar, pois quando vossa excelência fala, devemos prestar bastante atenção no que tem para falar. Duquesa, concordo inteiramente com você!!! A Mocidade perdeu o seu DNA, a grande "pioneira", perdeu a sua bandeira e a sua raiz! Espero de coração aberto que a homenagem a Fernando Pinto, possa restaurar a sua identidade. Por favor, poste sempre seus comentários e nos banhar com a sua sabedoria.

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    09/01/2014 19:16:00Duquesa Dholores: o pau que matou a cobraMembro SRZD desde 18/10/2010

    Bom dia, boa tarde, boa noite pro cê também, mô bem!

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    08/01/2014 18:02:20ECOMembro SRZD desde 28/05/2012

    DUQUESA.....BOM DIA BOA TARDE ....BOA NOITE.....!!! PQ ESCREVEU TANTO...,ERA SÃ? RESUMIR....."PAULO VIANA ..Ã?.. DANNY DEVITO MISTURADO COM ERI JONHSON.......Ã? UM BOSTEIRO SÃ?"

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    08/01/2014 10:21:22Duquesa Dholores: o pau que matou a cobraMembro SRZD desde 18/10/2010

    Mas esse fenômeno descrito pelo compositor de que tem família mangueirense e se tornou Mocidade tem explicação sim. Esse rapazinho deve ter sido criança numa época que Padre Miguel era uma potência do carnaval. E vejam, não era potencia porque concebia trambolhos ricamente decorados e fantasias com vergalhões de tão pesadas. Mocidade não era uma escola midiática nem apelativa, e apesar de ter um braço forte político na liesa, nem sempre se deu bem ou foi Bonificada como hoje nós vê a piniqueira raparigueira com seus carnavais e enredos mequetrefes. Padre Miguel conseguia um séquito de torcedores (uns até ilustres como Rodrigo Santoro) pelo qualidade dos seus carnavais. Qualidade do desenvolvimento de temas abstratos tão comuns no nosso dia dia. Claro, tudo isso desenvolvido pelo talento chamado Renato Lage. Quando Lage sai da Mocidade, o problema financeiro se agrava sim, mas o pior é que a escola entra no circuito da pinicaria e deixa de apresentar temáticas de qualidade. Nunca mais conseguiu um carnavalesco que soubesse decifrar seu DNA. Nunca mais conseguiu conquistar títulos, sequer ficar entre as campeãs e consequentemente atrair novos torcedores como um dia atraiu esse rapazinho ai. Uma pena. Esse ano foi preciso evocar Fernando Pinto para se poder devolver à escola sua verdadeira indenidade. Espero que a diretoria dessa escola, junto com seu carnavalesco, deixem de lado as vaidades, esse olhar mercenário piniqueiro que a grande marafona da sapucaí implantou e se dedique a nos apresentar temas cujos enredos encante a muitos olhos, iguais aos desse rapaz, que ainda brilha pela Mocidade porque na verdade guarda na memória a imagem de grandiosos carnavais.

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