SRZD


22/07/2014 20h37

Texto homenageia golaço de Juninho contra o River, em 1998
Diego Mello

Há 16 anos, o Vasco enfrentava o River Plate na Libertadores da América. Em pleno Monumental de Nuñez, o Cruzmaltino arrancou um empate na semifinal e se classificou para a final da competição que venceria posteriormente. A partida ficou marcada para sempre no coração dos vascaínos por causa de um golaço de falta de Juninho Pernambucano. O lance até virou música da torcida. Leia abaixo um texto em homenagem ao ídolo vascaíno.

Juninho Pernambucano marcou golaço em empate. Foto: Divulgação

Os homens do Rio da Prata tinham tentado invadir a Colina no dia 16 de julho. A batalha não foi fácil, mas o exército conseguiu defender os campos de sua nação. Agora, os soldados marchavam para alcançarem de vez a vitória. O objetivo era parar com as investidas do inimigo e, de uma vez por todas, conquistar a América.

Após desembarcarem de suas caravelas, eles avistaram o povo do Rio da Prata. Do outro lado da margem, uma multidão vestida de vermelho e branco os esperava. Não restava escapatória, senão enfrentá-la. Apesar da dificuldade da última batalha, os soldados estavam confiantes de que sairiam vencedores mais uma vez. Mas, de uma hora para outra, tudo mudou.

Os homens do Rio da Prata se espalhavam por todo terreno. Os homens da Colina se olhavam sem acreditar no que estava acontecendo. A certeza da vitória virava dúvida. Será que aguentariam até o final? Será que sucumbiriam às margens do Rio da Prata?

Porém, dentre os muitos soldados do povo da Colina, estava o próprio Rei. Exausto após horas de batalha, ele ainda lutava por seus comandados. Lutava pelo seu povo. Com a disciplina de um líder mais do que respeitado, ele defendia a todos que podia. Quando seu companheiro caiu ao chão e os inimigos pararam para observar, o Reizinho da Colina viu ali a oportunidade perfeita.

A lança deixada na grama por algum combatente ferido serviu de arma para ele. Em um único movimento, ela deslizou por sua mão e encontrou o alvo. Vitória!

- Viva o Reizinho da Colina! - entoavam os vitoriosos. - Viva o Rei Juninho!

De forma sensacional, o Rei garantia a vitória em uma luta monumental. Agora, os homens da Colina marchavam para a última batalha. Marchavam para vencer. Marchavam para a conquista da América.

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