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05/12/2014 14h51

Prefeitura do Rio afirma que não há intenção de tirar Liesa do comando do Carnaval
Redação SRZD

Foi veiculada esta semana notícia de que a Prefeitura do Rio supostamente estaria com planos de encerrar contrato com a Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) na gestão dos desfiles das agremiações do Grupo Especial do Rio de Janeiro.

O SRZD-Carnaval foi conferir a informação e, segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura do Rio, a notícia divulgada não procede. Em 2010, a Prefeitura do Rio, através da Riotur, até chegou a abrir licitação às empresas que poderiam estar interessadas em participar da concorrência para gerir os desfiles na Marquês de Sapucaí, mas meses antes dos dias de folia, a licitação foi cancelada.

Um dos motivos do cancelamento, pelo que se sabe, foi a falta de interesse das empresas em participar do processo. O SRZD-Carnaval também entrou em contato com a assessoria de imprensa da RioTur, que afirmou desconhecer as informações divulgadas e se limitou a dizer que sempre existiu boa relação entre Riotur e Liesa.

Por sua vez, a assessoria de imprensa da Liesa também foi contatada, mas não se pronunciou sobre o assunto.

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Comentários
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    07/12/2014 10:35:58Almir Da Silva LimaMembro SRZD desde 21/11/2014

    Ã? incorreto do ponto de vista da boa informação o texto do site afirmar: `Foi veiculada esta semana notícia (sic) de que a prefeitura do Rio supostamente (sic) estaria (sic) com planos de encerrar contrato com a Liga `Independente´ das Escolas de Samba (LIESA) na gestão dos desfiles das agremiações do Grupo Especial do Rio de Janeiro´. Ora, qualquer pessoa tem consciência de que informação inexata é informação errada. Na prática da boa Comunicação Social/jornalismo a busca da informação correta e completa é digamos a 1ª obrigação do exercício e da ética profissionais. No caso em questão o site devia ter deixado claro qual foi a fonte, ou seja, o meio de comunicação que veiculou tal `notícia´. Quanto ao comando do Carnaval, isto é, à sua gestão, é preciso esclarecer o seguinte. A concepção filosófica da Folia enquanto o maior espetáculo da Terra trata-se da natural razão de ser capitalista, ou seja, da voracidade por auferir lucro da LIESA desde 1985 quando o então governador o populista Leonel Brizola praticou o crime de lesa interesse público/comunitário de lhes entregar de graça o salutar monopólio estatal. Em outras palavras, o Carnaval deve ser concebido enquanto mega evento de interesse público/comunitário voltando ao salutar monopólio estatal. Isto é, voltar a ser concebido, organizado e gerido pela RIOTUR junto com uma Subsecretaria de Cultura, Artes e Assuntos Carnavalescos. Obviamente, nesta estrutura é imprescindível que haja democracia, transparência e ética. Instituições/órgãos privados como LIESA, LIERJ e similares devem funcionar com suas profissionalizadas, enxutas e eficientes estruturas atuais enquanto entidades consultivas, de apoio e principalmente fiscalização dos milionários gastos envoltos na economia do mega evento Carnaval. Saudações carnavalescas, Almir de Macaé.

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