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09/03/2015 14h37

Deborah Colker volta a comandar comissão de frente da Imperatriz
Redação SRZD

A Imperatriz Leopoldinense anunciou, na tarde desta segunda-feira, o retorno da coreógrafa Deborah Colker, que vai comandar a comissão de frente da escola.

Ela, que comandou o segmento da agremiação em 2014, confirmou sua volta após reunião com o presidente Luiz Pacheco Drumond, substituindo Fábio de Mello.

Deborah, bailarina e coreógrafa renomada, foi a primeira brasileira a dirigir um espetáculo do Cirque du Soleil, "Ovo". Ela também já atuou em outras escolas de samba, como Viradouro e Mangueira.

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Foto: Divulgação

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Comentários
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    11/03/2015 15:49:02João Pedro FontesMembro SRZD desde 11/03/2015

    Injustiça com o Fábio. Lamentável essa decisão. #FábioMElhorDeTodos

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    10/03/2015 17:10:50Almir da Silva LimaMembro SRZD desde 11/10/2011

    Tem razão a leitora BoadSamba ao criticar a medida de filosofia político-administrativa do patrono não-sambista da Imperatriz Leopoldinense de escolher como enredo & tema para o Carnaval 2016 homenagear uma dupla sertaneja ao invés do sambista, compositor-bamba e baluarte da própria agremiação, Zé Catimba. Em relação à volta da coreógrafa Débora Colker que é loura ao cargo de responsável pela Comissão de Frente (CF) a leitora também critica denunciando que a não-escolha de Zé Catimba é racismo causado por ele ser preto/negro/afrodescendente. Aqui cabe um esclarecimento, não teria sido necessário enfatizar que Zé Catimba é preto e pobre. Isso, porque no Brasil, diferentemente dos Estados Unidos onde há burguesias branca e negra, por mais que o capitalismo tenha crescido o que tem crescido é a corrupção. Quer dizer, no Brasil ser negro ainda significa ser pobre e oprimido. Ademais, o mundo do samba repete as mazelas da sociedade capitalista da qual não é separado. Ou seja, exercendo o cargo de carnavalesca nem há mulher negra. Já os raríssimos carnavalescos negros conforme o bom carnavalesco da própria Imperatriz, Cahê Rodrigues, não se assume enquanto tal. Em 2015 a mando do patrono não-sambista, o carnavalesco até chegou a desenvolver o enredo & tema: â??Axé N´kenda! Um ritual de liberdade â?? e que voz da igualdade seja sempre a nossa vozâ?. Mas, não enquanto negro antirracista. Antirracista, aliás, que ninguém crê que o patrono seja. Por isso, a não-escolha de Zé Catimba como merecido enredo & tema. Mas, sim a volta da loura coreógrafa. Afinal, não há mulher negra exercendo tal cargo no Carnaval Carioca e, coreógrafo negro responsável pela CF, somente Patrick Carvalho na União da Ilha. Saudações carnavalescas, Almir de Macaé.

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    10/03/2015 10:04:18BoadSambaMembro SRZD desde 10/01/2010

    Vamos combirar né, musica sertaneja tem pouca entrada no Rio, não faz tanto a cabeça dos cariocas, podiam fazer este enredo em são paulo, e esse irmãs operados cheios de botox e cirurgia plastica podiam ficar na deles e bancar um enredo mais carioca, vão cantar no quintal deles que é são paulo, não sei como uma escola que se diz de raiz do samba carioca aceita isso, o que o dinheiro não faz, podiam pelo menos falar do zé catimba e seus enredos era o mínimo do decoro , mas mesmo tendo composto grandes sambas para a escola não tem valor porque é preto e pobre, eita hipocrisia financeira. essa dupla está em baixa . lamento imperatriz e se f... com a colker.

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    10/03/2015 09:59:37BoadSambaMembro SRZD desde 10/01/2010

    Loura antipatica e horrorosa, péssimo carater bem que a imperatriz merece essa m... desisto dessa escola só bola fora com esses troca-trocas e esse enredo pífio!

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    09/03/2015 19:24:56Almir da Silva LimaMembro SRZD desde 11/10/2011

    Analisando as últimas contratações da Imperatriz Leopoldinense, isto é a volta da coreógrafa Débora Colker ao cargo que ocupou em 2014 assim como a do novo regente da bateria-orquestra Swing da Leopoldina mestre Lolo, esta deve ser elogiada. Tudo, porque sendo egresso da União do Parque Curicica no grupo de acesso/Série A onde comandou a bateria durante três anos, mestre Lolo tem talento notório, premiado e publicamente reconhecido. Porém, ao comentar tal contratação o diretor de Carnaval da Imperatriz, Wagner Araújo o economista que virou sambista, atravessou o samba: â??A gente vê muito troca-troca no Carnaval, mas aquelas famosas trocas de seis por meia dúzia. A gente, filosoficamente, prefere buscar novidadesâ?. O diretor de Carnaval já ocupou a presidência da Imperatriz entre 1995 e 2006. Neste período o atual presidente & patrono da agremiação o contraventor penal do jogo de bicho Luiz Pacheco Drumond o Luizinho foi presidente, vice e tesoureiro da LIESA onde ocupa vitaliciamente o Conselho â??Superiorâ?. Ou seja, Wagner Araújo não devia ter utilizado a expressão â??filosoficamenteâ?, pois, na Imperatriz Leopoldinense a filosofia político-administrativa é imposta pelas mãos-de-ferro do patrono. Haja vista, tanto o enredo & tema 2016 homenageando os â??cantoresâ? sertanejos os irmãos Zezé di Camargo e Luciano quanto o retorno da citada coreógrafa. Em outras palavras, por não ser sambista nem pertencer ao mundo do samba onde é estranho no ninho, o presidente & patrono da Imperatriz Leopoldinense objetivando o Carnaval 2015 demitiu a coreógrafa Débora Colker e contratou o coreógrafo Fábio de Melo. Agora, objetivando o Carnaval 2016 a coreógrafa volta para ocupar o cargo de quem a sucedera. Ã? a troca de seis por meia dúzia citada pelo diretor de Carnaval, Wagner Araújo. Saudações carnavalescas, Almir de Macaé.

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    09/03/2015 15:57:18Frederico PitangaMembro SRZD desde 17/04/2012

    COMO ESSA MULHER Ã? UMA COBRA. ARMANDO O CIRCO NO CARNAVAL DANDO OS PARABÃ?NS PARA O TALENTOSO FABIO DE MELLO COM O CHUPA ROLA QUE SE DIZ DIRETOR DA COMISSÃ?O DE FRENTE. COM ESSE ENREDO MEIA BOMBA, ESTA ALTURA DESSA QUE SE FALA COREÃ?GRAFA.

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