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27/05/2015 22h36

Viradouro: confira enredo e sinopse da vermelha e branca para o Carnaval 2016
Redação SRZD

A Unidos do Viradouro, que em 2016 desfilará pela Série A do Carnaval do Rio de Janeiro, divulgou na noite desta quarta-feira (27) o enredo e a sinopse para 2016: a agremiação de Niterói cantará "O Alabê de Jerusalém: A Saga de Ogundana" e terá à frente dos trabalhos o carnavalesco Max Lopes.

O enredo foi baseado na canção do cantor e compositor Altay Veloso e contará a trajetória de um homem nascido há dois mil anos em Jerusalém. Aos 12 anos de idade, ele foge de sua tribo e parte em direção ao norte da África. Passa por várias nações até que com 30, chega em Cesaréia onde conhece o grande amor de sua vida, uma mulher judia da comunidade essênia chamada Judith.

Um dia, Judith o convida a ir à Galiléia visitar uma amiga e lá Ogundana conhece Jesus Cristo e se encanta ao ouvir o Sermão da Montanha. Daí em diante, apaixonado pelos ensinamentos do Mestre, acompanha seus passos até a crucificação. Hoje, mais de 2 mil anos depois, o africano de Daomé é uma entidade espiritual chamada o "Alabê de Jerusalém" que volta à Terra para contar sua história.

Confira a sinopse do enredo da vermelha e branca:

INTRODUÉÉO

Motivado, sobretudo, pelos dramáticos conflitos étnicos e religiosos que assolam o ventre da Mãe Terra, o G.R.E.S. Unidos do Viradouro propõe como enredo para o carnaval de 2016 a saga de Ogundana, o Alabê de Jerusalém, cujo principal objetivo é a união entre os povos através do que há em comum entre eles, independente de suas diversidades.

O africano contemporâneo de Jesus Cristo, Ogundana, o Alabê de Jerusalém, é o principal personagem da obra literária e de uma ópera com o mesmo nome que, ao ser encenada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, recebeu uma série de comentários elogiosos. O enredo será apresentado em quatro partes:

Gênese:

Há dois mil anos, início da Era Cristã, nasce em Ifé, reino Ioruba do anigo Daomé, Ogundana, filho espiritual de Oxum e Xangô. És véspera de completar seus doze outonos, Ogundana é iniciado um "Alabê" (Cuidador da música nos rituais tribais) e, recebe dos sacerdotes a empunhadura do archoete que ilumina os fundamentos dos Orixás, o conhecimento dos segredos terapêuticos dos metais, folhas, raízes e o saber de que com cânticos, preces, cura-se doentes da alma, traumas desaparecem e, que quando um Orixá desce na cabeça de um Iniciado, todo o mal pode ser neutralizado e até as feras obedecem.

Ao ser portador desses dons, o espírito cigano que desde muito cedo o acompanha se manifesta em plenitude. Então, numa daquelas noites, quando a aldeia dorme, busca as bênçãos dos Orixás, faz a Oxum e Xangô oferendas e parte em direção ao Norte africano à busca do desconhecido, compreendendo que, vai como galho de uma árvore ao quintal do vizinho, mas que com permissão da raiz e, que se sangrar os pés no caminho a Mãe Terra o reconhecerá onde quer que esteja.

Trajetória:

Na solidão da dura caminhada, restaura-lhe a altivez, o destemor, a irradiação de calor da faísca de Xangô em suas veias, das mãos de Oxum descem águas do Orum nas tranças do seu cabelo, a lança de Exu, o Agadá de Ogum, cruzando-lhe no céu lhe doam o anel e o colar dos guerreiros, da concha do mar, ouve a voz de Iemanjá revelando-lhe segredos, quando a tristeza o fustiga, sente as mãos de Omulu e Nanã lhe acariciando a fronte. E assim, seguindo em frente, Ogundana foi agricultor junto aos núbios, pastor de ovelhas entre os árabes, condutor de parelha de bois nas savanas sudanesas. Ao conhecer o deserto inclina-se diante de sua soberania, reverencia sua coroa, compreendendo que quem ao deserto se alia, o trata sem heresia, respeita sua geografia, a si mesmo perfeiçoa.
Assim foi feito.

Chegando à primazia na leitura dos búzios, reconhece o poder medicinal nas novas plantas que encontra, assim sendo, chega à fama de curador, entre os pobres e a nobreza. No Egito, encanta-se com as divindades Ísis, Horus e principalmente com majestade do espírito doador do Nilo. Nessas terras conheceu seu primeiro amor. Por onde passa, Ogundana percebe a presença dos Orixás em confraternização com deuses de outros povos e certifica-se, cada vez mais, que o Divino em nós é que nos aproxima. No reino da Núbia, Ogundana deparando-se com um centurião romano, gravemente ferido em batalha, põe-se a cuidar do guerreiro com ervas sagradas, cânticos e preces.

O Centurião, quando curado, encantado com sua sabedoria, o convida a ir para Roma. Na cidade das setes colinas, Ogundana reconhece algumas afinidades entre alguns deuses romanos e iorubás e, reconhecida sua competência, passa a receber soldo militar para cuidar dos oficiais, senadores do Império Romano e suas famílias.

Encontro:

Depois de algum tempo, seus feitos causam inveja e despeito em romanos, aos quais estava ligado em função de seu ofícios, fatos que o levam a temer por sua integridade. Alertado pelo amigo centurião, Ogundana integra-se, como médico, à tropa do novo Procurador da Judeia, Pôncio Pilatos e cruza o Mediterrâneo em direção ao Oriente Médio. Em Cesareia, domínio de Herodes Antipas, a uma unha da águia romana, Ogundana tem contato com um homem que lhe parece possuir a vibração de Xangô, o gigante do deserto, João, o Batista.

Herodes Antipas costumava promover festas monumentais nos suntuosos jardins de seu palácio com a presença de escravas para servir à volúpia de seus aduladores. Num desses festejos, exibiu-se Salomé, oferecendo-se ao soberano em troca da cabeça do grande João Batista. Ogundana desgastado com os exageros dos que lhe garantiam o salário, mesmo continuando em Cesareia, abandona as tropas do Império. Um dia, passeando às margens do Mediterrâneo, encontra aquela que se tornaria o grande amor de sua vida, a bela judia da comunidade essênia, Judith.

Fundem-se suas almas, suas culturas, como se fundem os matizes de uma original tintura extraída de diferentes raízes, pra assim tornar possível uma pintura nova, fecunda e arrojada. Judith aprende os preceitos das cerimônias yorubanas, ao toque dos tambores dança como uma africana. Ogundana encanta-se com as homilias dos profetas, a maestria do poeta dos salmos, com as danças, as profanas e as sagradas. Unem-se então, num ritual híbrido, judaico-africano.

Judith, orgulhosa do seu homem, o leva a Galiléia para que conheça o mais jovem profeta da Judéia. Ogundana se comove ao ouvi-lo no poema do Sermão das Bem-Aventuranças e vai às lágrimas quando a luminosidade do jovem Jesus o remete a Oxalá. Ao retornarem a Cesareia, Herodes Antipas cometera mais uma de suas levianas atitudes, confiscara propriedades de grupos religiosos, entre as quais, a doce morada dos vinhedos, onde vivia a família de Judith.

Com ajuda financeira de Ogundana, a família ruma a Jerusalém, onde viviam alguns parentes. Judith a acompanha. Ogundana ainda não, pois não teria como abandonar uns tantos enfermos aos seus cuidados.

Meses depois, chegando em Jerusalém, impressiona-se com a beleza da cidade que lhe parece uma joia dourada incrustada sobre a rocha, seus muros iluminados por tochas, um colar majestoso, um protetor orgulhosos daquele lugar feminino tomado por viajantes das mais variadas origens, uma bela mistura de idiomas e etnias. Todavia, toma consciência da tensão ambiente, por conta da perturbação dos sacerdotes com a presença do jovem ornamentado com os diamantes da dignidade espiritual, vestido com os esvoaçantes tecidos da sabedoria ornados com filamentos da ética e do respeito, bordados com pérolas raras da inacessível verdade, Jesus.

Ogundana reencontra, então, sua amada Judith. O belo casal tem contato com outros seguidores do Messias, entres esses, um libanês que promovia encontros em sua casa. Num deles, Ogundana conhece as Mães de Belém que tiveram seus filhos mortos por Herodes, O Grande. Elas foram a Jerusalém para rever Jesus, o único menino sobrevivente àqueles terríveis dias. Acompanhando Jesus Cristo, Ogundana afirma, em seu íntimo, a certeza das estreitas relações entre todas as formas de religiosidade e, de que só com sincera busca do Divino em nós é que pode produzir a igualdade entre os humanos.

Com a morte de Jesus a cidade perdendo encanto, Ogundana e Judith decidem descer Jerusalém e viver próximo ao Mar da Galiléia. Antes da partida, vão ao Gólgota para matar saudade do Meste, lá encontram grande quantidade de seguidores e, aos prantos ao assiste Maria acalentando o coração da senhora que lhe foi pedir perdão pelo erro do filho, a mãe de Judas Iscariotes.

Purificação:

Hoje, mais de dois mil anos depois que o sol nasceu e se pôs, esse filho da terra dos Orixás que andou pelos três continentes conhecidos em sua época, África, Europa e Ásia, é uma luminos entidade espiritual que se manifesta nos templos de matriz africana. O Alabê de Jerusalém que, retornando à Mãe Terra para cumprimentar o Novo Mundo das Américas escolhe o Brasil, pátria do céu do Cruzeiro do Sul, para onde migrou o Panteão de Daomé, do povo Yorubá, Gege, Banto, Keto, Nagô, que une branco e pretos em torno dos atabaques, os da alta roda, os do gueto, os sem camisa e os de fraque na celebração da vida.

Quando questionando sobre a que rumo tomar para que, entre os humanos, se manifeste, em plenitude, o sublime responde:

A Terra ficou pequena, às gerações por vir, menor ainda. No meu tempo eram os tambores a transmitir mensagens, hoje, na velocidade da comunicação, as diferenças entre vós, tribos terrestres, se agigantam, é o que, eventualmente, vos parece. Mas sois um único povo, cuja beleza reside nos tantos matizes a colorir vossos corpos, almas, cidades, países, continentes, sois cidadãos de uma única pátria, a TERRA, cuja bandeira é ainda por ser concebida e hino por ser inspirado.

Os grandes Avatares já vos visitaram e, por amor e bondade, impuseram-se a dores e angústias pesadas. Não há dúvida que sabiam que vosso limitado olhar poderia transformar suas orientações em vergões a vos fustigar, assim tem sido feito. Corrigirão equívocos, as gerações por vir, não que seja melhores que as velhas gerações, essa é a estrada. Todavia, a lentidção nesse avanço já não vos é permitida, torna-se urgente a negação do futuro paraíso ou seu posto, dois imaginários reinos que vos afastaram de casa. Demonstrai gratidão pelos elementos que Terra vos empresa na construção do magnífico corpo físico.

Devolvei esse carinho preservando o ar, a água dos mares, dos rios, as florestas, os preciosos bens naturais que vos mantém vivos. Assim sereis religados à soma de todos os "eus", Deus.

É o bastante, pois não há como unificar os homens, agrupá-los numa única fé, nem tampouco o porquê. É bem mais bonito saber que Deus manifesta-se de muitas formas diferentes e, de que em nenhum lugar é ausente.

No Egito, os que adoravam Ísis, não eram menos felizes que nenhum de vós, quando estive em suas terras, não tenho nenhuma dúvida que a divindade do Nilo veio sempre em meu auxílio ao ouvir a minha voz.

Como reverenciar na Judeia, a divindade das florestas, se lá elas não existem, a entidade do rio, se eles são tão poucos, como crer que Iemanjá é rainha do mar, se na Judeia o mar, é Mar Morto?

Assim, o Alabê de Jerusalém, um filho de Daomé, que conduzindo a fé, um dia, em sua caminhada encontra com a Sagrada Luz de Jesus, o Nazareno, hoje, na linha dos Pretos-Velhos retorna à Mãe Terra, a cortina do tempo descerra e, sob os auspícios da arte, ao som dos atabaques, reparte o vinho de sua trajetória, reacende a luz da memória e canta.

"Meu nome é Alabê de Jerusalém, chamado por esse tão querida Irmandade, cheguei pra matar saudade."

Que os tambores ronquem por essa doce entidade que, com delicadeza, respeito e alegria, vem nos falar sobre solidariedade, tolerância, união e harmonia.

Carnavalesco Max Lopes, Altay Veloso e Marco Beja

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Comentários
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    11/12/2015 13:46:39Haroldo Pereira Do Nascimento PereiraMembro SRZD desde 20/09/2012

    coisa boa , uma historia muito bonita coisas de max lopes, um grande carnavalesco, falandosobre a reliogidade que esta faltando entre os ppovos mundialmente falando, o povo ganancioso querendo cada vez mais, matando-sde para conseguir a qualquer custo se dar bem, e para se vivrer bem precisa-se de tao pouco, o que esta acontecendo no brasil esse lava jato , roubo em cima de roubo corrupoes levando o pais a banca rota isso tem que acabarrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr, a viradouro esta levando essa mensagem para avenida, boa sorte

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    31/05/2015 01:42:01Tedy Beija-Flor - A marca do Carnaval, é ela!Membro SRZD desde 12/04/2012

    Joãosinho: "A única escola que foi vaiada na era sambódromo foi a Beija-Flor de Nilópolis", kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk ESSA PIADA FOI MUITO BOA, KKKKKK. E o que era a Mocidade Independente de Padre Miguel entrando na avenida em 2006 e o povão gritando: "bloco, bloco, bloco, bloco!!!!, uuuuuuuuu"?!. O que era a Imperatriz na entrada do desfile em 2002, e o povo: uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu?! Você quer que eu cite em ordem alfabética as escolas que já foram vaiadas?!, eu passaria o resto da madrugada aqui dando a lista. Ou tu acha que nesses mais de 31 anos de Sambódromo todas as escolas sempre entraram lindinhas, arrumadinhas, e bem comportadinhas, sendo bem aplaudidinhas???? kkkkkkkkkkkkkkk.

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    30/05/2015 12:49:59João SilvaMembro SRZD desde 18/08/2010

    Faxineira: vai lavar esse rabo proletário e deixa as escolas de samba para quem realmente entende do babado. RACISTA DE MEIA TIJELA!

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    30/05/2015 12:25:27Almir da Silva LimaMembro SRZD desde 11/10/2011

    Espero pôr fim ao debate com a adepta independente. Ela não tem mesmo como negar. Em 2014 quando o já citado e saudoso diretor de Harmonia foi demitido eu critiquei a demissão. Então durante os debates aqui foi ela própria quem admitiu ser racista. Porém, ela não se conscientiza, prossegue utilizando expressões preconceituosas e estigmatizadoras em termos antropológicos como â??branquelaâ? ao se referir à coreógrafa-responsável pela Comissão de Frente (CF) da Portela, a qual antropologicamente é uma mulher branca miscigenada. Já a expressão â??mulatoâ? advêm do preconceito racista dos colonialistas e escravistas portugueses, para designar filho ou filha de pessoas que fossem uma branca e a outra negra. Isto é, pra estigmatizar de forma preconceituosa e racista tal filho ou filha â??com cor de mulaâ?. Não debaterei aqui sobre eficiência, competência e ou gabarito do atual diretor de Harmonia da Mocidade Independente. Quanto à citada coreógrafa-responsável pela CF da Portela, ela foi corretamente mantida no cargo para 2016, não tendo â??interferido decisivamente na Evoluçãoâ?. Isto é, foi cometido erro técnico na execução do planejamento estratégico durante a apresentação do desfile carnavalesco cuja responsabilidade foi da Comissão de Carnaval da Portela. Reafirmo, não há mulher negra exercendo cargo de coreógrafa e de carnavalesca. São raros os carnavalescos negros. Coreógrafo somente um na União da Ilha, Patrick Carvalho. Assim, coerentemente com o discurso de agremiação comunitária, a filosofia político-administrativa da atual direção da Portela dá todo apoio à capacitação do coordenador das Alas de Passistas, Valci Pelé, que também atua como futuro coreógrafo na equipe liderada pela coreógrafa-responsável pela Comissão de Frente, Ghislaine Cavalcante. Espero que tudo isso sirva para conscientizar tanto a adepta independente quanto o falso advogado dela. Saudações carnavalescas, Almir de Macaé.

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    30/05/2015 11:42:20João SilvaMembro SRZD desde 18/08/2010

    Ã? isso mesmo, Cláudia Independente Bauer. Nós vamos alémdaimaginação e fingimos acreditar nas baboseiras de Fafá que gosta de vaia. Vaia é sintoma. Por falar em imaginação, deixe-me fazer uma correção na frase feita por Fafá: "a Beija-Flor e as demais escolas quando são vaiadas" A única escola que foi vaiada na era sambódromo foi a Beija-Flor de Nilópolis. Por 3 anos. Já está virando rotina. E essa de 2006, conta outra, tá!

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    30/05/2015 10:46:11Tedy Beija-Flor - A marca do Carnaval, é ela!Membro SRZD desde 12/04/2012

    Claudinha, 2007??? 2008???? "vaiados"???? Aquelas girafas lindíssimas, um das ideias mais criativas da história do Carnaval, "vaiadas"???? O desfile de 2008 que entrou aos gritos de bi-campeã, "vaiado"???? Não viaja na maionese, né Claudinha. Entenda: A Beija-Flor foi vaiada em 2011 por um grupinho de tijucanos, e agora em 2015 pelo público pelo enredo exaltando um país com regime de ditadura na África. Muitos torcedores se ofendem, eu não me ofendo com vaias, por quê??? Porque as pessoas vaiam por algum motivo, e muitas vezes estão certas, no caso desse ano, a vaia do público foi a baixa qualidade do enredo, ou seja na verdade é uma crítica construtiva do público. Agora bota a Beija-Flor com um enredo autoral porreta como ela tinha no passado, e com um carnavalesco conhecido e respeitado pelo público para ver se a escola não vira a menina dos olhos do público. A vaia é crítica construtiva do público, a Beija-Flor e as demais escolas quando são vaiadas tem o dever de aprender, se quiser aprender: aprende, e o público aplaudirá na sequência. Mas se continuar a insistir no erro, continuará a ser vaiada, isso funciona para a Beija-Flor e para todas as escolas.

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    30/05/2015 08:57:21Cláudia BauerMembro SRZD desde 19/01/2013

    Tá certo, Tedy, você finge que me engana e eu finjo que acredito. Não é verdade, João? A gente finge que é bobo, mesmo sabendo que em 2007 e 2008 sua escola foi criticada mesmo tendo o Louzada. Mas tu não me respondeu a minha próxima pergunta: o que achou do enredo da Viradouro?

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    30/05/2015 00:36:59Tedy Beija-Flor - A marca do Carnaval, é ela!Membro SRZD desde 12/04/2012

    E para responder sua outra pergunta Claudinha: não a Beija-Flor não foi vaiada em 2009. Até porque naquela época a escola ainda tinha um excelente carnavalesco e o público visualmente gostava muito do que via na escola. Essas vaias começaram depois da saída do Alexandre Louzada da escola, quando a comissão passou a ser chamada pelas pessoas de Comissão Sebrae. Respondida a sua pergunta.

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    30/05/2015 00:07:49Tedy Beija-Flor - A marca do Carnaval, é ela!Membro SRZD desde 12/04/2012

    Claudinha, Ainda???? Tu tá lenta mulher, acorda menina!!!!! Por que o enredo era sobre o Hábito de se Banhar na Humanidade, o chuveiro da Alegria, chuveiro, entendeu???? por isso as hastes jorrando água. Ainda precisa explicar isso???? Agora se tu acha que uma escola vai escolher um enredo meses antes, apenas para jogar água na outra escola, e se esquecer de competir, então é teu caso é psiquiátrico. ... Joãosinho, pare de falar leizeiras, que se a Beija-Flor fosse somar alguns vices a conta, ela só ficaria atrás da Portela em número de títulos. Muitas vezes os vices da Beija-Flor foram causados por pequenos erros técnicos da escola, se a Beija-Flor em algumas ocasiões tivesse sido mais detalhista, hoje em dia só ficaria atrás da Portela em número de títulos. E a Mocidade já foi uuuuuvacionada sim, no desfile de 2006, e o povo gritava para a Mocidade "bloco, bloco, bloco", já lhe expliquei que as pessoas não vaiam uma escola, mas a antipatia que ela esta passando ao público, minha escola foi vaiada pelo enredo sobre a Guiné Equatorial. Agradeça que a Beija-Flor esta com essa comissão mediana, pois no dia que ela tiver um carnavalesco porreta de novo, ela vai emendar uma conquista em cima da outra, igual ao PT em eleição para presidente, ou como era o Schumacker quando corria nas corridas de Fórmula 1.

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    29/05/2015 23:11:24João SilvaMembro SRZD desde 18/08/2010

    A Mocidade promovia banquetes na avenida com cascatas de camarão e o povo ovacionava na arquibancada: é campeã! Já a sua, ganha e é uvacionada por esse mesmo povo. Não dá pra comparar. Quanto ao pulha de Macaé, que bom que o senhor está por dentro das leis, e sabe que quem discrimina pessoas pela cor da pele (seja ela branca ou negra) ou pelo simples lugar onde ela habita, pode sim caracterizar crime. Se ligue, meu velho! Pense duas vezes antes de exteriorizar suas sandices.

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    29/05/2015 21:47:12Cláudia BauerMembro SRZD desde 19/01/2013

    Tedy, me responde, qual o propósito que uma escola tem de planejar e executar QUATRO HASTES JORRANDO ÁGUA E SABÃ?O PRO CHÃ?O no Ã?LTIMO CARRO ALEGÃ?RICO sabendo que ainda vai passar uma outra escola? Me fale com sinceridade. E tás com amnésia, é? Vai negar que no desfile das campeãs de 2009 não tiveram vaias pra tua escola? Não adianta tu falar do desfile da minha escola em 2009 pra tentar desviar do assunto. Hein, me responda, qual o propósito? Se a Tijuca realmente não incomodasse sua escola, ela não planejaria QUATRO HASTES JORRANDO ÁGUA E SABÃ?O NO CHÃ?O EM PLENO Ã?LTIMO CARRO ALEGÃ?RICO. Outra coisa, este post é sobre a VIRADOURO, já notou? Eu já respondi o que achei do enredo e sinopse, também responda o que achou da sinopse. Aliás, essa é a última pergunta que eu fiz pra qualquer escola do grupo especial, agora só vou acompanhar o acesso, que está muito melhor e mais proveitoso.

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    29/05/2015 20:13:46Tedy Beija-Flor - A marca do Carnaval, é ela!Membro SRZD desde 12/04/2012

    Claudia, Como???? Esta foi boa, quer dizer que uma escola que era atual bicampeã, iria se dar ao trabalho de perder tempo bolando um plano para atrapalhar uma escola que nem era cotada se quer ao voltar o desfile das Campeãs em 2009. Isso só tem lógica na sua imaginação, né. Isso nem como piada serve. Que "vaia" em 2009??? Tá doida?! Só se as vaias foram para sua escola, a Mocidade de Padre Miguel com um carnaval deprimente, puxando o tapete e jogando a Império Serrano ladeira a abaixo para o Grupo de Acesso, isso com o Império reeditando um dos melhores sambas da História do Carnaval Brasileiro sobre as Lendas do Mar. Claudinha, tu como boa independente fica bem quietinha para falar do Carnaval 2009 tá, que tu escola fez um das maiores sujeiras e puxadas de tapete com outra escola já vistas no Carnaval carioca, puxada de tapete "digna" de deixa até mal caráter corrupto da Petrobrás com inveja, se tem alguma escola que foi vaiada em 2009 foi a sua Mocidade com aquele desfile deprimente.

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    29/05/2015 19:33:42Cláudia BauerMembro SRZD desde 19/01/2013

    Aliás, gente, quando eu disse que eu não estou disposta a ver o Especial, eu realmente não estou. E não estou muito disposta a discutir com vocês sobre o Especial. Pra mim perdeu completamente a graça. Eu já disse, mais uma vez o acesso vai humilhar o especial na questão de enredos. Um exemplo de enredo é esse da Viradouro, que apesar de ser complexo, é um enredo que foge do tradicional. Não tem os mesmos clichês de sempre: CEPs variados, produto carnavalizável, África, Rio, homenagem. Tu não sente isso, João? Uma pena a Caprichosos que foi pro lado do piniquismo e a Cubango com esse enredo confuso. Mas as outras 8 escolas todas eu adorei o enredo. João, me diga, qual o enredo que tu mais gostou? A princípio da UPM, bem minha cara. E tu?

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    29/05/2015 19:16:51Cláudia BauerMembro SRZD desde 19/01/2013

    Agora, Tedy, você quer enganar a quem? Uma escola botar QUATRO jatos de água e sabão jogados para o chão no Ã?LTIMO CARRO DA ESCOLA SABENDO QUE VEM OUTRA ESCOLA DEPOIS é o que????? NO MÍNIMO é uma sacanagem. Se não tivessem nenhum propósito de sacanear esses 4 jatos estariam em cima do carro. Tanto que foi considerada sacanagem por muita gente que mais uma vez no desfile das campeãs sua escola foi vaiada em 2009. Agora me diga, se isso acontecesse na tua escola, tu pensaria o que? Por um acidente em um carro da Porto da Pedra (sim, foi um acidente, não foi planejado derramar óleo no chão) o seu diretor de carnaval deu um grito ENOOOOOOOOOOORME PARA A SAPUCAÍ INTEIRA OUVIR que foi sacanagem, imagina ver um CARRO PROJETADO PARA JOGAR ÁGUA E SABÃ?O NO CHÃ?O????? Eu fico até imaginando o que ele ia falar e providenciar para a pobre Porto da Pedra..... Hein me diga?

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    29/05/2015 19:07:40Cláudia BauerMembro SRZD desde 19/01/2013

    Ah, Almir, então quer dizer que uma pessoa que não proporcionou as 4 notas 10 em harmonia não pode ser dispensado por causa de sua cor? Ah pára né???? Minha escola trocou porque queria um profissional mais gabaritado. Foi substituído por um senhor mais competente e que é MULATO e que continua lá pois nos proporcionou as 3 notas 10 que precisávamos em harmonia. E é claro que o Rômulo vai continuar, um profissional competente como é tem que continuar. Não dispensou o Bruno Ribas, que é NEGRO, e que também é competentíssimo. Não dispensou Diogo Jesus e a Lucinha Nobre, que são NEGROS, porque apesar de não tirarem as notas 10 foram influenciados pela interação da comissão de frente. Aliás, deixa eu te fazer uma pergunta: por que depois da segunda vez que não gabaritou em comissão de frente, a diretoria da sua escola não dispensou a Gislaine Cavalcanti, que é BRANCA? Sim, a BRANQUELA que interferiu decisivamente na evolução da sua escola e que, por causa disso, tua escola ficou em quinto lugar ao invés de no mínimo segundo lugar. Hein me diga?

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