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Laíla

Laíla

CARNAVAL. Luiz Fernando Ribeiro do Carmo, o Laíla, nasceu em 1943, no Morro do Salgueiro, situado na Tijuca, no Rio. Foi lá que o hoje renomado Diretor de Carnaval e Harmonia teve seu primeiro contato com o samba e o Carnaval, e onde criou, nos anos 50, uma Escola de Samba Mirim, chamada Independentes da Ladeira, que foi um grande sucesso na época, funcionando como espécie de trampolim para o convite feito pelo Acadêmicos do Salgueiro. Líder nato e apaixonado por seu trabalho, Laíla acumulou profundos conhecimentos harmônicos e melódicos ao longo dos seus 54 anos de atividade; tendo trabalhado, ainda, como cantor, músico e compositor. A primeira junção de sambas-enredo foi feita por Laíla, em 1975, em "As Minas do Rei Salomão"; e de lá para cá, todas as junções de sambas-enredo feitas por ele, nas diversas escolas por onde passou, foram sucesso. Há 45 anos trabalha como produtor do CD de sambas-enredo das Escolas de Samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro, e há 26 é o Diretor Geral de Carnaval e Harmonia da Beija-Flor de Nilópolis, onde criou, em 1997, a vitoriosa Comissão de Carnaval da Agremiação.

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08/11/2015 10h04

Videoblog: Laíla comenta os objetivos dos harmonias dentro dos desfiles
Redação SRZD

Neste videoblog, Laíla comenta os objetivos dos harmonias dentro dos desfiles das escolas de samba, fala dos erros e acertos, opina sobre quem deve e quem não deve assumir tal papel e frisa a diferença entre harmonia e evolução. 

"Tem muita gente na frente das harmonias sem entender de nada. Para ser diretor de harmonia, tem que entender de música, de ritmo e do próprio contexto onde acontece o canto e a dança", explica. Confira o vídeo: 

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Comentários
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    13/11/2015 03:02:27ROBERTOMembro SRZD desde 11/04/2009

    ATE ESSA MUSIQUINHA SEM VERGONHA E REPETITIVA JEEEEEEEEEEEESUS!!!!

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    10/11/2015 18:57:12Almir da Silva LimaMembro SRZD desde 11/10/2011

    Conforme alertei, esse é tipo de reação contrária a que me referi anteriormente. É dessa forma que se assumem os dublês de fanáticos pentecostais pela Beija Flor & idólatras dos capos não-sambistas verdadeiros patrono e o presidente executivo da agremiação mais vitoriosa da era-sambódromo, por isso a Deusa da Passarela. Tais patéticos dublês não têm a menor vergonha de prestar serviço policialesco de agente provocadores infiltrados no mundo do samba. Tais dublês são iguaizinhos aos aludidos capos. Por isso, não me canso de cantar do sambista, compositor-poeta e baluarte portelense, Waldir 59, a obra musical: ?Não, não é bem assim/É bem diferente/O que anda essa gente falando de mim/Pouco me importa/Essa calúnia a meu respeito/Muito me conforta em saber que é só despeito/Eu cantarei, pois, a vida é mesmo assim/Podem falar, bem ou mal, mas falem de mim?. Rsrsrsrsrsrsrs... Saudações carnavalescas do portelense, Almir de Macaé.

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    10/11/2015 18:57:12Almir da Silva LimaMembro SRZD desde 11/10/2011

    Conforme alertei, esse é tipo de reação contrária a que me referi anteriormente. É dessa forma que se assumem os dublês de fanáticos pentecostais pela Beija Flor & idólatras dos capos não-sambistas verdadeiros patrono e o presidente executivo da agremiação mais vitoriosa da era-sambódromo, por isso a Deusa da Passarela. Tais patéticos dublês não têm a menor vergonha de prestar serviço policialesco de agente provocadores infiltrados no mundo do samba. Tais dublês são iguaizinhos aos aludidos capos. Por isso, não me canso de cantar do sambista, compositor-poeta e baluarte portelense, Waldir 59, a obra musical: ?Não, não é bem assim/É bem diferente/O que anda essa gente falando de mim/Pouco me importa/Essa calúnia a meu respeito/Muito me conforta em saber que é só despeito/Eu cantarei, pois, a vida é mesmo assim/Podem falar, bem ou mal, mas falem de mim?. Rsrsrsrsrsrsrs... Saudações carnavalescas do portelense, Almir de Macaé.

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    10/11/2015 00:30:47ROBERTOMembro SRZD desde 11/04/2009

    rsrsrs,JEEEEEEEEESUS!!!!.

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    09/11/2015 12:51:36Almir da Silva LimaMembro SRZD desde 11/10/2011

    O que comentarei poderá causar reações contrárias. Agora, sim, com o microfone devidamente ligado & próximo à boca, mestre Laíla expõe audivelmente suas ideias enquanto gabaritadíssimo diretor geral de Harmonia & Carnaval da Beija Flor (BF). Em meio a isso, com todo respeito, não creio que o mestre tenha consciência de que é ´usado´ como vídeo-blogueiro, espécie de mão-de-obra barata, provavelmente não-remunerada conforme são quase todos blogueiros do site. Isto é, embora o mestre e quase-todos blogueiros sejam especialistas em Carnaval & mundo do samba, ocupam amadoristicamente vagas pertencentes aos profissionais de Comunicação Social com a imprescindível & citada especialização. Por considerá-lo corresponsável em menor escala juntamente com o patrono e o presidente da BF pela apropriação a partir de 2011 da filosofia de apresentar desfiles que notabilizaram os títulos da coirmã Rainha da Zona da Leopoldina em 1994/5/9, 2000/1, a exemplo do que ocorreu nos títulos 2011 e 2015 o que se espera do mestre no comando do desfile 2016 da BF é o seguinte. O desfile de praxe militarizado apelidado de técnico supostamente sem erros, frio, monótono e incapaz de emocionar o público nele inclusa a parcela adepta nilopolitana consciente & envergonhada presente à Sapucaí, mesmo a telespectadora em casa ante tal tipo de desfile. É o que tenho assistido todos os anos no aludido período das cadeiras individuais setor 13, ou seja próximo à Praça da Apoteose que é de onde, a partir da metade dos desfiles apresentados pela agremiação mais vitoriosa da era-sambódromo, por isso a Deusa da Passarela, o mestre tem comandado via-rádio os desfiles carnavalescos da BF. Saudações carnavalescas do portelense, Almir de Macaé.

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