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22/12/2008 11h35

Bilionário mexicano pode comprar Honda e facilitar estréia de Bruno Senna
Redação SRZD

Novato pode ganhar chance se bilionário Carlos Slim comprar a Honda | Foto: Honda F1 Racing

Novato pode ganhar chance se bilionário Carlos Slim comprar a Honda (Foto: Honda F1 Racing)

As chances de Bruno Senna estrear na Fórmula 1 em 2009 voltaram a crescer. Depois de ficar ofuscado pela retirada da equipe Honda, o novato brasileiro pode ganhar uma chance caso o bilionário mexicano Carlos Slim compre a estrutura da escuderia japonesa. De acordo com o jornal The Sun, Slim visitou a fábrica da Honda F1 em Brackley, na Inglaterra, e pode fazer uma oferta para adquirir o time. O empresário controla a multinacional de comunicações Telmex, cuja subsidiária no Brasil é a Embratel, patrocinadora de Senna.

Segundo a reportagem do The Sun, Slim esteve na fábrica da Honda na semana passada. O helicóptero do empresário, que ocupa o posto de segundo homem mais rico do mundo, era tão grande que os funcionários da equipe precisaram esvaziar o estacionamento para que ele pousasse, já que o heliporto não suportava o tamanho da aeronave. Além de Slim, a reportagem aponta outros potenciais compradores da Honda. São eles: o chefe da equipe Prodrive, David Richards, o dono da Force India, Vijay Mallya, e o magnata grego Achilleas Kallakis, do ramo de navegação.

Nas palavras do chefe de equipe da Honda, Nick Fry, a escuderia tem boas chances de mudar de mãos até o ano que vem. "Temos tido um alto nível de interesse na equipe desde que a Honda anunciou que não continuaria na Fórmula 1. O trabalho no carro de 2009 continua para garantir que o nosso objetivo de estar no grid do GP da Austrália seja cumprido", disse Fry.

Kia-Hyundai também aparece cotada para comprar Honda

Nesta segunda-feira, o site Grand Prix revelou que outra potencial compradora da Honda é a montadora Kia-Hyundai. De acordo com a reportagem, a fábrica coreana poderia entrar na Fórmula 1 através do chefe da equipe Prodrive, David Richards. O empresário viajou nesta semana ao Oriente Médio para tentar viabilizar a compra da Honda, mas estaria tendo dificuldades para convencer investidores do Kuwait a colocar dinheiro na Fórmula 1.

Assim, a solução para Richards seria partir para conversas com a Kia-Hyundai. Embora tenha estado no Mundial de Rally em 2003, a montadora coreana não tem muita tradição nas pistas. Apesar disso, é a quinta maior fábrica de automóveis do mundo e teria apoiado, nos bastidores, o acordo que resultou no GP da Coréia do Sul de 2010, que já tem lugar garantido no calendário da F-1. Por fim, a Kia-Hyundai também estaria interessada em aproveitar a campanha ecológica que a Honda promovia antes de desistir da categoria.


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