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23/12/2015 09h33

'Bar Apoteose': sambistas falam sobre polêmica da transmissão dos desfiles
Redação SRZD

O programa Bar Apoteose desta semana contou com a participação do diretor cultural do Salgueiro, João Gustavo Melo, e o repórter do "UOL" Pedro Ivo Almeida e o compositor Aloisio Villar.

O programa também recebeu notícias ao vivo do Carnaval de São Paulo, com Leonardo Dahi, e de Manaus, com Cristiano Cordeiro.

O assunto da semana foi a polêmica envolvendo a Rede Globo e as escolas de samba. O anúncio de que os desfiles da Estácio de Sá, Vila Isabel, União da Ilha e Salgueiro não seriam transmitidos em 2016 gerou revolta e muitas críticas por parte dos sambistas na última semana. No dia seguinte, voltaram atrás e decidiram que a transmissão será como a de 2015.

A atração também contou com a explicação didática da concepção do enredo do Salgueiro, "Ópera dos Malandros", e a relação entre o departamento cultural e o carnavalesco Renato Lage.

Assista:

*O "Bar Apoteose" é uma produção independente e o conteúdo dos vídeos não representa, necessariamente, a opinião do Portal SRZD. 

- Confira outras edições do programa 'Bar Apoteose'

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Comentários
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    23/12/2015 18:13:35Almir Da Silva LimaMembro SRZD desde 21/11/2014

    Reproduzo aqui meu comentário em outro site sobre notícia intitulada: ´LIESA deve trocar 11 julgadores para o Carnaval 2016´. Enquanto leitor deste site & torcedor-amante do mundo do samba/Carnaval, sou um propositivo crítico-opositor do fato deste meio social-comunitário ter sido indevidamente dado de graça em 1985 ao recém-fundado órgão privado, LIESA, pelo já falecido governador fluminense o populista Brizola. Até o Carnaval 1984 quando tal governador corretamente inaugurou o sambódromo, o salutar monopólio estatal era exercido pelo governo fluminense uma vez que a prefeitura carioca sequer tinha governante eleito pelo povo, consequência da ditadura militar (1964 a 1985). A despeito dos desfiles das escolas de samba terem virado ´o maior espetáculo da Terra´, isto é um bilionário e globalizado show-business exercido sob o indevido monopólio privado da LIESA. O mesmo passou a ser o principal problema, ainda que este da notícia em questão, ou seja a mudança do ´suspeito´ quadro de julgadores da LIESA seja urgente e necessária. Haja vista o ocorrido no Carnaval 2015. Depois do injustificado ´chororô´ da agremiação mais vitoriosa da era-sambódromo ante sua justa 7ª colocação em 2014, os presidentes das demais agremiações do Grupo Especial do Carnaval Carioca se submeteram ao citado ´chororô´ mudando 25 dos julgadores do quadro da LIESA. O que acabou por mera ´coincidência´ no título de campeã 2015 dado à mencionada agremiação, apesar da mesma ter apresentado desfile militarizado apelidado de técnico supostamente sem-erros, frio, monótono e incapaz de emocionar o público presente à Sapucaí e o de casa que assiste pela televisão. O que levou a parcela adepta consciente de tal agremiação a se sentir ´envergonhada´ pelo título de campeã ´conquistado´ assim. Saudações carnavalescas do portelense, Almir de Macaé.

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    23/12/2015 18:13:35Almir Da Silva LimaMembro SRZD desde 21/11/2014

    Reproduzo aqui meu comentário em outro site sobre notícia intitulada: ´LIESA deve trocar 11 julgadores para o Carnaval 2016´. Enquanto leitor deste site & torcedor-amante do mundo do samba/Carnaval, sou um propositivo crítico-opositor do fato deste meio social-comunitário ter sido indevidamente dado de graça em 1985 ao recém-fundado órgão privado, LIESA, pelo já falecido governador fluminense o populista Brizola. Até o Carnaval 1984 quando tal governador corretamente inaugurou o sambódromo, o salutar monopólio estatal era exercido pelo governo fluminense uma vez que a prefeitura carioca sequer tinha governante eleito pelo povo, consequência da ditadura militar (1964 a 1985). A despeito dos desfiles das escolas de samba terem virado ´o maior espetáculo da Terra´, isto é um bilionário e globalizado show-business exercido sob o indevido monopólio privado da LIESA. O mesmo passou a ser o principal problema, ainda que este da notícia em questão, ou seja a mudança do ´suspeito´ quadro de julgadores da LIESA seja urgente e necessária. Haja vista o ocorrido no Carnaval 2015. Depois do injustificado ´chororô´ da agremiação mais vitoriosa da era-sambódromo ante sua justa 7ª colocação em 2014, os presidentes das demais agremiações do Grupo Especial do Carnaval Carioca se submeteram ao citado ´chororô´ mudando 25 dos julgadores do quadro da LIESA. O que acabou por mera ´coincidência´ no título de campeã 2015 dado à mencionada agremiação, apesar da mesma ter apresentado desfile militarizado apelidado de técnico supostamente sem-erros, frio, monótono e incapaz de emocionar o público presente à Sapucaí e o de casa que assiste pela televisão. O que levou a parcela adepta consciente de tal agremiação a se sentir ´envergonhada´ pelo título de campeã ´conquistado´ assim. Saudações carnavalescas do portelense, Almir de Macaé.

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