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31/03/2016 15h36

Pato da campanha 'Não vou pagar o pato' vira motivo de polêmica
Redação SRZD

Um artista plástico holandês acusa a Fiesp (Federação das Indúsrias do Estado de São Paulo) de plagiar a obra "Rubber Duck" (pato de borracha), que foi exposta em São Paulo, em 2008, além de cidades como Hong Kong e Amsterdã. Um pato, do mesmo modelo, foi usado na campanha "Não vou pagar o pato", contra o aumento de impostos no Brasil.

Segundo a "BBC Brasil", o dono da Big Format Infláveis, Denilson Sousa, disse que os dois patos foram produzidos pela empresa, e a Fiesp ainda teria enviado uma foto da obra de Florentijn Hofman como modelo. "Eu não colocaria nossa reputação em jogo", se defendeu.

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A equipe do artista alega que a Fiesp transformou o projeto artístico em "paródia política" e que o uso é "ilegal".

A Fiesp negou as acusações e afirmou que se inspirou nos conhecidos "patinhos de banheira", que podem ser encontrados em qualquer lugar. A federação ainda disse que os olhos, pescoço e base dos patos são diferentes.

Hofman rebateu a resposta da Fiesp dizendo que o fato de alterar os olhos não muda a concepção técnica.

"A resposta da Fiesp é com certeza uma cortina de fumaça. É exatamente o nosso desenho e nossas especificações técnicas. Alterar os olhos não muda a nossa concepção técnica de formato do corpo e bico", disse o artista.

Veja fotos dos dois patos:

Pato idealizado por Florentijn Hofman

Foto: Reprodução de Internet

Pato da campanha "Não vou pagar o pato"

Foto: Divulgação

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