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22/07/2016 18h08

Polêmica: uniforme do frango da Sadia para na Justiça
Redação SRZD

Polêmica. O uniforme usado pelo franguinho "Lek Trek", tradicional mascote da marca Sadia em comerciais e ações promocionais da marca, virou uma questão judicial envolvendo a BRF e a Confederação Brasileira de Futebol.

Segundo o jornal "O Globo", a Nona Câmara Cível do Tribunal Judicial do Rio de Janeiro emitiu um parecer proibindo a Sadia de exibir o personagem utilizando o uniforme da seleção brasileira.

Foto: Reprodução de TV

O alvo principal é uma campanha, que divulgava a promoção "Meu Mascote da Sorte", na qual a marca divulga a promoção que distribui miniaturas do "Lek Trek" usando roupas nas cores verde e amarela e praticando esportes olímpicos. As demais peças de comunicação da Sadia também exibem o mascote com um uniforme que remete ao utilizado pela Seleção.

Para a CBF, a BRF teria infringido regras de marketing ao utilizar o uniforme, uma vez que a marca rompeu o patrocínio que mantinha com a entidade de futebol em janeiro deste ano. Desta forma, a Sadia não teria mais direito de fazer uso de qualquer imagem referente à Seleção Brasileira.

A Justiça acatou o argumento e, por enquanto, a marca não pode mais exibir o "Lek Trek" com a roupa. Em comunicado, a BRF argumenta que, por ser apoiadora oficial da Rio 2016, tem direito contratual de utilizar os uniformes das equipes brasileiras. A marca promete brigar, na Justiça, para continuar utilizando as cores verde e amarelo em sua campanha.

Veja a íntegra do comunicado da Sadia:

"A Sadia, como apoiadora oficial dos jogos Rio 2016, tem o direito contratual de usar os uniformes das equipes brasileiras que disputarão as Olimpíadas, conforme acordo firmado com Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Por essa razão, a Sadia lamenta a postura da CBF e esclarece que as cores que estampam o uniforme usado pela mascote da marca - em ação promocional criada exclusivamente para o período que antecede as Olimpíadas Rio 2016 - representam o Brasil e, portanto, não são exclusivas da entidade. Assim, não vemos nenhum fundamento legal a embasar a ação judicial por ela promovida. O trabalho desenvolvido pela Sadia é sério e coerente, de forma que iremos lutar pelo o que é correto, confiando na Justiça".

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