SRZD


06/02/2009 15h07

Seriedade e simplicidade fazem bem
Luiz Fernando Reis

De modo geral nossos amigos acertaram, quase por completo, a nossa primeira história-desafio. Até que o amigo e jornalista Jose Carlos Netto chegou e contou em maiores detalhes nossa história.

Eis as respostas:

Quem é a escola de samba A? Caprichosos de Pilares

Quem é a escola de samba G? Estácio de Sá

Quem é o presidente B da escola de samba A? Fernando Leandro

Quem foi o intérprete C da escola de samba A, em 1993? Márcio Souto

Quem era o intérprete F da escola de samba G, em 1993/1994? Dominguinhos do Estácio

Quem é o intérprete D que ganhou, mas não levou? Wantuir

Quem é o intérprete E que perdeu, mas acabou sendo o intérprete da escola de samba A, em 1994? Luizito

Eu não perguntei, mas responderei. O carnavalesco da Caprichosos era essa pseudo-escriba Luiz Fernando Reis

Amigo não tem defeito ...

Tem um ditado que eu gosto muito. Ele diz: Amigo não tem defeito. E inimigo quando não tem, a gente inventa um e coloca nele. O meu amigo Eugênio Leal, que conheço há mais de uma dúzia de anos e como eu é colunista deste site, até pode ter seus defeitos, mas dentre eles não figura a parcialidade. Ele sempre me passou imparcialidade em suas colunas e em seus comentários. Discordei de muitos deles e espero continuar discordando de outros tantos. Afinal somos pessoas distintas e portanto, com pontos de vista diferentes. E tem mais: Não acredito que uma conceituada empresa radiofônica da capital do samba, a Rádio Tupi, a ele confiasse a coordenação de seu carnaval se ele não fosse conceituado para tal.

O problema é que algumas de nossas escolas de samba, e talvez deva colocar, todas as nossas escolas, de todos os grupos, não sabem conviver com a crítica, por mais leve e branda que possa ser. O nosso samba merece ganhar maturidade e encarar cada crítica como algo positivo, não que sejamos donos da verdade. Já é tempo de nossas escolas de samba e de nossos dirigentes compreenderem que a mídia é um termômetro de suas ações e atitudes. Parem de sempre nos encarar como se fôssemos inimigos, compreendam vez por todas que estamos num mesmo barco e queremos a mesma coisa; o melhor para o nosso samba e o desfile de nossas escolas de samba.

Estou contigo Eugênio e se decidires colocar receitas de bolo por aqui, deixa que eu coloco as receitas de salgadinhos.

E mais Paulo Barros ...

Eu tenho a mania de ler todos os comentários por aqui postados, percebemos claramente a seriedade com que muitos dos companheiros comentaristas postam as suas opiniões. Evidentemente concordo com muitos e discordo de outros comentários, mas gosto de lê-los todos e confesso que aprendo um pouco com cada um deles. E é uma pena quando deparamos que nicks exdrúxulos, infantis e bossais são aqui postados. Vai só um recadinho para vocês. Nós colunistas e comentaristas levamos esse espaço muito a sério. Isso aqui não é uma brincadeira. Desculpem o desabafo, mas Tomás Turbando e Piro Cadura é o cacete. Procurem sua turma, aqui não é lugar pra bobeiras.

E vou reproduzir um comentário que se parece muito com o meu

Postado por: Baby da Glória | 05/02/2009 19:12:00
"Tbm acho que os desfiles ficam muito parecidos, daí a chatice! É tão legal quando uma escola vem com uma proposta diferente do luxo, da riqueza, do brilho e isso o Paulo Barros sabe fazer muito bem, ele botou a Tijuca lá em cima, a Tuiuti e a Estácio tbm deram o seu recado. Como exemplo vou citar um carnaval da Vila inesquecível e ousado: ZUMBI ! Talvez seja disso que ele esteja falando, com Zumbi a Vila causou um impacto tão forte sem medo de apostar na contra-mão do luxo, resultado: foi campeã daquele ano! Viva a ousadia, abaixo a mesmice!"

Eu faço mais ou menos a mesma interpretação da Baby e a reforço com três perguntinhas:

1) Quem não sente saudade de irreverência gaiata, satírica, politicamente incorreta e descontraída dos carnavais da Caprichosos de Pilares? (desculpem se puxei a brasa pra minha sardinha)

2) Quem não sente saudades da irreverente crítica social realizada com tanto humor e propriedade pela São Clemente?

3) Quem não sente saudades da irreverente, solta, despojada e alegre União da Ilha do Governador?

O Grupo Especial realmente tá muito igual e não é apenas em fantasias e alegorias, os sambas são formatados da mesma forma, as baterias pouco diferem umas das outras, excetuando-se a original Mangueira com seu surdo um. As alas de passistas são cópias uma das outras, as baianas desfilam enfileiradas como soldados. As alas preocupam-se mais com seu local de desfile do que evoluir e cantar. Está faltando originalidade em nosso carnaval e um  profissional que tem tentado mexer nessa coisa é o Paulo Barros.

Só um senão amigo Paulo Barros. Não deixa que a arrogância e a prepotência tirem o brilho de seu talento.

Batam de leve que estou recém chegado de terras gaúchas

Um abraço
Luiz Fernando Reis


Comentários
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    09/02/2009 16:21:11Claudio SouzaAnônimo

    Da Caprichosos eu não sinto falta não ! Uma escola que sempre desfilou com marchinhas e apelou pra Xuxa quando percebeu que sua batata estava assando no Especial. Isso até se pode compreender, afinal , já que ir para o acesso representa uma baita redução nos recursos disponíveis , mas marchinhas eu não suporto. Tudo bem , não é só ela , mas as que estão no Especial hoje têm um passado de SAMBA e algumas que não têm essa tradição estão se esforçando pra chegar lá , como a Porto da Pedra, mas a Caprichosos sempre foi musicalmente apelativa , tudo em nome de uma suposta "irreverência", que é válida , mas com samba.

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    08/02/2009 23:45:18ERICMembro SRZD desde 21/09/2009

    Pra quem sente falta dos desfiles alegres da União da Ilha ou da irreverência da Caprichosos e da São Clemente é só acompanhar o acesso e que,aliás,se tornou mais alegre e mais gostoso de se curtir o verdadeiro carnaval.Eu me divirto bem mais no Acesso do que no Especial e as Escolas mesmo sem dinheiro nos proporcionam momentos de alegria.Salve a minha União da Ilha(a grande atação do Acesso)e que mais uma vez,nos brindará com um samba e desfile empolgontes.E como dizia o poeta "Colori com minha simpatia um visual de alegria,cante comigo essa canção de amor,sou acomunicação,não tenho luxo e nem riqueza,a simplicidade beleza ,é festa no seu coração".

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    08/02/2009 20:21:18AlvinhoAnônimo

    Acho que o PB às v3ezes erra na quantidade de coisas que tenta inovar. Erra a mão, e algumas escolas não saem muito bem. Por exemplo, confesso que uma rampa de gelo como abre-alas não me agradou muito. Mas, eu que assisti os desfiles no Sambódromo em 2008, posso dizer: assisti todas as escolas com atenção, porque gosto muito. Mas nenhuma me prendeu tanto quanto a Viradouro, pois eu queria ver como viria cada carro, cada ala, quais surpresas viriam. Mesmo não gostando de algumas. Isso sim, acho muuuito válido e em falta hoje em dia...

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    07/02/2009 19:51:02WagnerAnônimo

    Concordo quando se fala em mesmice e a burocracia que hoje se vê. Infelizmenteo carnaval de hoje é feito para o jurado e engana-se quem acha que o carnaval é para o público. As escolas alcançaram um nível técnico que o segundo lugar e o penúltimo é a mesma coisa. O tempo não retrocede, e apenas ficará na lembrança os carnavais inesquecivéis de Caprichosos, São Clemente, Ilha e tantas outras. Isso não vai voltar. Chegamos a era do carnaval técnico, comercial e patrocinado por grandes empresas, mas o desfile emminha opinião não perdeu sua essência. Houve uma evolução, se é boa ou ruim não sei responder. Quanto o Sr. PB a proposta de 2004 e 2005 apresentado pela Unidos da Tijuca foram inovadoras e criativa. Acho que a partir daí o carnavalesco achou que estava acima do bem e do mal. Que era único a poder realmente a fazer diferente. Quantos título ele conseguiu? Sim, pq o carnaval não se resume a criatividade do carnavalesco, um samba enredo de boa qualidade são passos importantes rumo ao título. Nos anos de 2004 e 2005 a Tijuca levou muitas notas 10 em quesitos que não tinham nada haver com o carnavalesco. MS/PB, Harmonia, Bateria. O carnaval é trabalho de conjunto. Após esses anos o que se viu deste carnavalesco foi alguém tentando transformar o desfile de escola de samba num show da broadway. O antí carnaval esteve presente na Viradouro de 2008. Em minha opinião uma das coisas mais absurdas já vista no carnaval. Parece que a humildade não é um dos predicados do carnavalesco, mas quando ele se predispõe a fazer carnaval o talento dele aparece. Não devemos esquecer que outros artistas inovaram e criaram ao longo da história do desfile das escolas de samba, João Trinta inovou e criou fazendo o lixo virar luxo, cobriu a avenida de negro no desfile de 97 da Viradouro. Renato Lage usou e abusou de criatividade na Mocidade. Oswaldo Jardim criou coisas maravilhosas. Rosa Magalhães, Max Lopes não fizeram nada? Fe

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    07/02/2009 17:39:31DeniseMembro SRZD desde 08/04/2009

    Quem não sente saudades da irreverente crítica social realizada com tanto humor e propriedade pela São Clemente? Sinto sim. Com a estrutura que a escola tem hoje, todos aqueles enredos levados com garra e humildade, ficariam mais lindos na avenida. Minha escola escreveu uma linda história no carnaval carioca. E a São Clemente ainda terá muita história para contar... Os tempos hoje são outros. Afastamos a ditadura, estamos vivendo, aos trancos e barrancos, numa democracia e a informação hoje é massificada. Carnavais contestadores não são mais o foco da Sapucaí. Qto a Paulo Barros, o mérito dele é tentar fazer diferente. Por vezes ele acerta, por vezes ele erra na dose, mas ele deveria insistir no seu estilo.

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    07/02/2009 15:22:26mantovaMembro SRZD desde 09/04/2009

    Muito boa essa matéria do Luis Fernando. Concordo praticamente com tudo o que ele colocou, mas também acho que as "inovações" que o Paulo Barros trouxe pra avenida se tornaram cansativas e foram copiadas por muitos carnavalescos. Resultado: caiu na mesmice! Particularmente não gosto de alas coreografadas. Amo quando assisto um desfile em que seus componentes passam alegres, descontraídos, cantando, dançando, interagindo. Para quem está assistindo, é muito entediante quando as escolas passam "certinhas demais", engessadas. Falta espontaneidade, leveza, graciosidade. Assisti alguns ensaios técnicos, e me emocionei com o Império Serrano. Que garra, que bateria ímpar. Nota 10 Serrinha! E digo isso sem puxar a brasa pra minha sardinha, pois torço para outra agremiação. Entretanto, não posso me furtar em elogiar aquilo que encanta, emociona. Dizem por aí que várias agremiações( Imperatriz, Mangueira, etc) virão com uma proposta diferente, mais próxima àquilo que conhecíamos como "antigos desfiles", na verdade empolgantes, alegres, soltos. Tomara que seja verdade. Boa sorte a todos.

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    07/02/2009 14:27:53Mateus SchappoMembro SRZD desde 02/08/2011

    Caro Luiz Fernando, esse seu artigo não pode passar em branco aos leitores, com certesa deve despertar algum sentimento sobre o que você escreveu: seja bom ou ruim. Primeiramente quero dizer que concordo com você quando diz que os desfiles das escolas parecem, em sua maioria, repetitivos, cópias de desfiles anteriores, etc. Concordo também quando fala no enfileiramento das baianas. No entanto, você diz que "As alas preocupam-se mais com seu local de desfile do que evoluir e cantar. Está faltando originalidade em nosso carnaval e um profissional que tem tentado mexer nessa coisa é o Paulo Barros". Para mim isto é contraditório, pois apesar da irreverência e criatividade o estilo Paulo Barros não permite que os componentes, principalmente os dos carros e muitas alas evoluam a maneira antiga, com samba no pé, mas sim fazendo coreografia, encenações para compor os carros e a pista. Concordo que ir na contra mão dos atuais desfiles luxuosos e grandiosos talvez seja necessário, mas não me parece que Paulo Barros seja o melhor exemplo, talves seja o diferente, mas uma pista de esqui, fuscas sobrepostos, estão mais para coisas da Broadway e arte contempotrânea, do que para os aureos desfiles das VERDADEIRAS ESCOLAS DE SAMBA. MATEUS SCHAPPO

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    07/02/2009 12:06:51DanielMembro SRZD desde 07/04/2009

    Realmente o carnaval de hoje está tudo igual, ou seja, repetitivo ao extremo. A impressão que eu tenho é que muitos compositores e escolas acham que tudo está perfeito e não aceitam posições contrárias. Sinceramente, eu tenho o cd de 2009 e não tenho muita vontade de escutar os sambas. Com exceção do Império, o resto é tudo igual com a mesma melodia, mesmo formato de fazer samba e por aí vai.O desfile segue o mesmo caminho e não acho que o carnaval tenha que seguir o modelo estilo Broadway, mas temos que reverenciar as inovações que são feitas por algum carnavalesco. O principal é que o carnaval perdeu o que realmente diferenciava uma da outra: a alegria, o estilo de bateria, o estilo de fantasia, os sambas diferenciados, os enredos criativos, as baianas sendo baianas e não soldados, etc... O carnaval de hoje é chato e repetitivo ao extremo.

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    07/02/2009 12:04:56Glaucia MariaAnônimo

    Sou suburbano orgulhoso e caprichoso. Saudades dos bons tempos da Caprichosos.

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    07/02/2009 07:47:14GUSTAVOAnônimo

    Hoje é dia de RIO CARIOCA, do grande mestre ODILON, e mais um ano, e estaremos juntos, num ritmo só, brincando carnaval aí na rua IPIRANGA apartir das 15:00 hs., bora galera que o bloco é muito maneiro e agrega ritmistas e foliões de todas as escolas de samba de samba do Rio de Janeiro.

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    07/02/2009 06:15:39Carlos LinharesAnônimo

    Vou dar uma sugestão de enredo: As escolas União da Ilha, Caprichosos de Pilares e São Clemente se juntarem num enredo único criticando o rumo que o carnaval da sapucaí tomou sob o domínio da Liesa. Claro que de uma forma bem humorada como só elas sabiam fazer nos anos 80. Com sambas alegres e fáceis mas metendo o pau nos mandos e desmandos dessa bandidagem que tudo fazem com a nossa cultura popular que é o samba rasgado e as escolas de samba. Imginem. Depois disso elas nunca mais voltariam pro Especial. Mas o povão iria adorar.

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    07/02/2009 06:08:31Carlos LinharesMembro SRZD desde 07/04/2009

    Sobre a polêmica entrevista de Paulo Barros eu quero dizer que ele só falou o que eu a muito já implorava: Algo que tire as escolas de samba do mesmo feijão com arroz de sempre. Que mexa com os brios dos componentes e dos dirigentes e responsáveis pela arte criativa do carnaval. Vila 88, Beija 89 e Tijuca de PB foram gratas surpresas, mas são raras excessões. Se compararmos o carnaval do início dos anos 80 com os de hoje veremos que foram muitas as mudanças, mas todas a passos de tartarugas tentando vencer muitas resistências. Nos últimos anos o carnaval ficou estático. A única mexida nesse caldeirão é PB e mesmo assim parecem que os reacionistas querem engolir o cara. Sei que novidades são difíceis de serem criadas e mais difíceis ainda de serem executadas. Mas devemos sempre procurar estar a frente da imaginação dos que esperam o espetáculo. Enfim, esse ano eu nem espero muita coisa nova. Acho que, se houver, alguma coisa nova só veremos em 2010 mesmo, se tiver. Sei que PB é arrogante, mas ele é talentoso e isso deve ser incentivado e não censurado.

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    07/02/2009 00:37:14Thiago SimõesMembro SRZD desde 08/04/2009

    Excelente ponto: acredito que todos sintam saudade da irreverência da Ilha, do carnaval-seríssimo-mas-nem-tanto da Caprichosos e da crítica social da São Clemente. O magnífico "E o samba sambou", de 1990, é o maior exemplo de equilíbrio perfeito entre descontração e crítica. Eu tinha apenas seis anos quando assisti a esse desfile, mas o samba nunca mais saiu da minha cabeça. Obviamente eu não entendi a crítica proposta pelo enredo, mas na minha cabeça de criança ficaram gravados o ritmo, a melodia, as palavras e o clima de descontração do desfile. Acho uma pena a São Clemente, Ilha e Caprichosos terem que fazer carnavais patrocinados recentemente (família real, gás, itaboraí, são joão del rei) pra conseguir ter alguma chance de competição. Este é um ponto crucial: se o Especial está chato sem essas escolas, o Acesso TAMBÃ?M está chato e COM essas escolas, simplesmente porque elas não têm mais coragem pra fazer seus carnavais de antes. Parabenizo a Ilha pela coragem de reeditar "Ã? hoje" em 2008, mesmo embora visivelmente tenha faltado dinheiro pra fazer um carnaval luxuoso. Mas quem se preocupa com luxo? Os jurados? Ah, esqueçam eles. Ilha: continue sendo Ilha, mesmo que garfada pelos jurados. E por favor, inspire São Clemente e Caprichosos a fazer o mesmo. O público agradece.

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    07/02/2009 00:03:38PaulMembro SRZD desde 27/04/2009

    Hj como há cem anos, e como a as liberdades se contrariam e se exigem umas às outras o respeito a história. A história do outro aparece renovada quando um novo pensamento é estabelecido para o surgimento de uma obra. Não me lembro em q tópico e nem em q dia eu disse: as fantasias estão repetidas e q novas soluções e práticas outras seriam benvindas. Há na história do carnaval do Rio, grandes ações históricas por parte de alguns carnavalescos, existe uma revolução permanente de idéias e práticas e por conta disso ele é submetido ao sistema de notas. Afirmar que o carnaval do Rio está chato, é o direito de cada um; mas ñ se pode desmerecer o profissional pensante da obra que supostamente o outro tb toma para sí; neste caso o Paulo Barros. Alguns dirâo: está certo o PB; ñ se trata de escolher este ou aquele profissional da área, mas jogar todos em um saco é um pouco pretencioso. Num grupo de 12 profissionais pensantes para o próximo carnaval, pronunciar q o carnaval está chato, trará para sí a responsabilidade de mudar a história do carnaval de hoje. E para esta reeinvenção.....PB ñ está pronto. Vida que segue

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    06/02/2009 23:01:02luiz fernando reisMembro SRZD desde 11/04/2009

    Caro Nil Eu gosto do estilo Paulo Barros por que ele foge dos padrões conhecidos até então. Vi coisas fantasticas e vi coisas que não gostei. ele exagerou na dose e esqueceu de colocar carnaval na avenida, por isso a continuidade da Unidos da Tijuca deu mais resultado. Mas de resto veremos coisas bonitas, luxuosas, de muito bom gosto, mas repetecos do que ja vimos. Nada de novo. Nada de emoção.a não ser: Poxa esse carro ta lindo, essa ala ta muito luxuosa. Criaram uma fórmula de se fazer carnaval igual para todas. é isso que me incomoda. Mas sejamos sinceros: Nós fazemos o maior e melhor carnaval do mundo, apesar dos pequenos deslizes somos os melhores nesse negocio de colocar carnaval na rua.Vamos debater que esse papo faz muito bem....... Um abraço.............Luiz Fernando Reis

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