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23/05/2009 13h11

Basquete pode ter mais quatro vagas nas Olimpíadas de 2012
Redação SRZD

A Federação Internacional de Basquete (Fiba) quer incluir mais quatro seleções nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. O pedido foi feito ao Comitê Olímpico Internacional (COI).

Segundo a entidade, a organização do evento seria facilitada com 16 equipes. Eles argumentam ainda que a mudança favoreceria o crescimento do esporte no mundo, como informou o site da Confederação Brasileiro de Basquete.

Atualmente, a disputa pela medalha de ouro no basquete envolve 12 seleções, como acontece desde os Jogos de Montreal, em 1976.

O secretário geral da Fiba comentou os motivos que o levaram a solicitar a mudança. "As audiências vão decolar e isso será bom para o COI e bom para nós. Temos argumentos suficientes que justifiquem o aumento no número de equipes. Um deles foi o sucesso do torneio em Pequim (2008), quando estrelas como LeBron James, dos Estados Unidos, Dirk Nowitzki, da Alemanha, e Yao Ming, da China, competiram nos Jogos, enquanto países tradicionais como Itália, Sérvia ou a França de Tony Parker assistiram aos jogos de suas casas. Nosso Campeonato Mundial é para 24 países e nós poderíamos facilmente jogar com 32. É hora de reconhecer que o basquete explodiu em popularidade nos últimos anos", afirmou.

Para a entidade, o torneio com 16 equipes poderia ser jogado no esquema de chaves, e não com grupos de seis times, o que reduziria a competição para 13 dias. A decisão sobre a mudança deverá ser anunciada em agosto, após reunião do Comitê Executivo do COI, em Berlim.


Comentários
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    24/05/2009 19:00:47Leonardo GuedesMembro SRZD desde 09/04/2009

    O basquete mundial precisa se reinventar. Salvo a NBA, que continua astronômica, o ideal seria que a Federação Internacional de Basquete copiasse a idéia do vôlei: uma Liga Mundial, feita "todos os anos anualmente" (como diria o Seu Madruga). Já de muito tempo, quando vejo os Mundiais de Basquete, vejo uma presença muito reduzida nos ginásios (em 2006 teve Mundial Feminino no Brasil, lembram-se? Acho que não). Aqui no Brasil, nem se fala, depois de anos difíceis (leia-se administração Grego na CBB). Tomara que aqui esteja começando a reinvenção que sugeri no começo.

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